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Conceitos / Imperialismo e soberania / Imperialismo

Imperialismo

Em poucas palavras

Imperialismo é a fase monopolista do capitalismo, em que monopólios e bancos dominam a economia, o capital é exportado para os países atrasados e as grandes potências disputam um mundo já repartido. Lênin descreveu essa fase em 1916 por cinco traços. Para ele, as alianças entre potências imperialistas são tréguas entre guerras, porque a força de cada uma muda de modo desigual.

Eixo e tema
Imperialismo e soberania · Imperialismo
Obra principal
O imperialismo, fase superior do capitalismo, de Vladímir Ilitch Lênin

Explicação

Uma fase do capitalismo

Lênin escreveu O imperialismo, fase superior do capitalismo em Zurique, na primavera de 1916. Ele explicou que, num certo grau de concentração, a produção leva ao monopólio, isto é, ao domínio de um ramo por poucas empresas gigantes, porque é fácil para algumas dezenas delas fazer acordos entre si. Os cartéis e os trustes, que Lênin chama de associações de monopolistas capitalistas, dividem primeiro o mercado interno e depois o mundo. (Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, prefácio de 1917, § 1; cap. I, § 6; cap. V, § 1)

Para Lênin, o capitalismo só virou imperialismo quando a livre concorrência foi substituída pelos monopólios, que convivem com ela e geram conflitos ainda mais agudos. A definição mais curta que ele propôs é que o imperialismo é a fase monopolista do capitalismo. Como achou essa definição insuficiente, Lênin listou cinco traços, começando pela concentração que cria os monopólios e pela fusão do capital dos grandes bancos com o das indústrias, que ele chamou de capital financeiro e que dá origem a uma oligarquia financeira, o pequeno grupo que controla esse capital. Os outros traços são a exportação de capitais, a partilha do mundo pelas associações internacionais de monopolistas e o fim da partilha territorial do planeta entre as potências capitalistas mais importantes. (Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. VII, §§ 1 a 3)

Exportar capital

Lênin escreveu que o velho capitalismo, de livre concorrência, se caracterizava pela exportação de mercadorias, e que o capitalismo dos monopólios se caracteriza pela exportação de capital, isto é, pela aplicação do capital que sobra nos países ricos em países atrasados, onde o lucro é alto porque o capital é escasso e a terra, os salários e as matérias-primas são baratos. O Brasil aparece no livro como exemplo. Lênin cita o relatório de um cônsul austro-húngaro em São Paulo, segundo o qual as ferrovias brasileiras eram construídas, na maior parte, com capitais franceses, belgas, britânicos e alemães, e esses países reservavam para si as encomendas de material ferroviário. Ele cita também uma queixa de capitalistas americanos de 1915, segundo a qual a Inglaterra e a Alemanha tinham investido cerca de mil milhões de dólares na Argentina, no Brasil e no Uruguai e ficavam com 46% do comércio desses três países. (Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. IV, §§ 1, 3, 15 e 16)

O mundo já repartido

Entre 1876 e 1914, segundo os dados que Lênin reuniu, as possessões coloniais das seis maiores potências passaram de 40 para 65 milhões de quilômetros quadrados. Para ele, o planeta ficou repartido pela primeira vez, de modo que só restavam novas partilhas, com a passagem de territórios de um dono para outro. Sob o capitalismo, a única base para dividir colônias e esferas de influência é a força econômica, financeira e militar de cada potência, e essa força muda de modo desigual com o tempo. Lênin concluiu que as alianças entre potências imperialistas, de qualquer forma, só podem ser tréguas entre guerras. (Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. VI, §§ 3 e 15; cap. IX, §§ 34 e 35)

Lênin contra Kautsky

Karl Kautsky, a quem Lênin chamava de principal teórico marxista da II Internacional entre 1889 e 1914, definiu o imperialismo como a tendência de cada nação capitalista industrial a submeter ou anexar regiões agrárias. Lênin respondeu que essa definição destaca de modo arbitrário a questão nacional e o capital industrial, quando o traço característico do imperialismo é o capital financeiro e a tendência a anexar também regiões industriais. (Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. VII, §§ 5 a 9)

Kautsky imaginou ainda uma fase de ultraimperialismo, em que o capital financeiro unido internacionalmente exploraria o mundo em comum, sem guerras entre as potências. Para Lênin, essa abstração desviava a atenção das contradições reais, porque o capital financeiro e os trustes acentuam as diferenças de ritmo de crescimento entre as partes da economia mundial. Ele via na proposta de lutar contra a política dos trustes e dos bancos sem tocar nas bases econômicas deles uma forma de reformismo e de pacifismo burgueses. (Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. VII, §§ 15, 16, 19 e 26)

A explicação de Rosa Luxemburgo

Rosa Luxemburgo explicou o imperialismo por outro caminho em A acumulação do capital, de 1913. Para ela, o imperialismo é a expressão política da acumulação do capital na disputa pelo que ainda resta de meio não capitalista, ou seja, de regiões e relações sociais que o capitalismo ainda não absorveu. Virgínia Fontes chama essa ideia de tese polêmica e resume que, para Rosa, essas fronteiras eram essenciais porque o capital não conseguiria realizar, isto é, vender, toda a sua produção só dentro das sociedades capitalistas. Na definição de Lênin, o ponto de partida é a troca da livre concorrência pelo monopólio. (Luxemburgo, A acumulação do capital, cap. 31, § 1; Fontes, O Brasil e o capital-imperialismo, p. 67; Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. VII, § 1)

O Brasil no mapa do imperialismo

Ruy Mauro Marini definiu o subimperialismo como a forma que a economia dependente, isto é, subordinada, assume quando chega à etapa dos monopólios e do capital financeiro, sempre dentro da hegemonia exercida pelo imperialismo. Segundo ele, o Brasil, dependente e subordinado, entrou na etapa de exportação de capital e passou a explorar no exterior matérias-primas e fontes de energia, como o petróleo, o ferro e o gás. (Marini, A acumulação capitalista mundial e o subimperialismo, pp. 59 e 62)

Virgínia Fontes aponta que, a partir da década de 1980, cresceu a exportação de capitais de empresas brasileiras para explorar trabalhadores e fontes de matérias-primas em outros países. Ela chama esse processo de capital-imperialismo brasileiro, usando o nome que dá ao imperialismo atual, marcado pelo predomínio do capital sob a forma de dinheiro, e diz que ele surge subalterno, isto é, subordinado ao capital-imperialismo mundial. Para Fontes, o termo subimperialismo, de Marini, tem a importância de mostrar a dupla relação desse capital, de predomínio sobre outros países e de subordinação. (Fontes, O Brasil e o capital-imperialismo, pp. 15, 146, 339 e 358)

No Brasil

Imperialismo no Brasil

Lênin citou o relatório de um cônsul austro-húngaro em São Paulo segundo o qual as ferrovias brasileiras eram construídas, na maior parte, com capitais franceses, belgas, britânicos e alemães, e esses países reservavam para si as encomendas de material ferroviário. (Vladímir Ilitch Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap, § 15; Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. IV, § 15)

Confusões comuns

Para se aprofundar

Principal
  • LÊNIN, Vladímir Ilitch. O imperialismo, fase superior do capitalismo. 1917. Onde ler: prefácio de 1917; caps. I, IV, V, VI, VII e IX.

    “O imperialismo é o capitalismo na fase de desenvolvimento em que ganhou corpo a dominação dos monopólios e do capital financeiro, adquiriu marcada importância a exportação de capitais, começou a partilha do mundo pelos trusts internacionais e terminou a partilha de toda a terra entre os países capitalistas mais importantes.”

    cap. VII, § 3

    Ler grátis: O imperialismo, fase superior do capitalismo ↗Ficha da obra: Imperialismo, estágio superior do capitalismo

Complementar
De onde vem cada afirmação desta página (28)
  • Interpretação · Virgínia FontesA importância do termo subimperialismo está em indicar a dupla relação do capital-imperialismo brasileiro, de predomínio, por um lado, e de subalternidade, de outro.Fontes, O Brasil e o capital-imperialismo, p. 358
  • Interpretação · Virgínia FontesA partir da década de 1980 cresceu a exportação de capitais brasileiros voltados para a extração de mais-valor no exterior, com a posse de fontes de matérias-primas nos demais países do continente e a exploração da força de trabalho de outros países.Fontes, O Brasil e o capital-imperialismo, p. 339
  • Interpretação · Virgínia FontesRosa Luxemburgo, em tese polêmica, considerava as fronteiras de relações não plenamente capitalistas essenciais à expansão do capital, por impossibilidade de realização mercantil apenas no interior das sociedades capitalistas.Fontes, O Brasil e o capital-imperialismo, p. 67
  • Interpretação · Virgínia FontesO capital-imperialismo brasileiro emerge subalterno e resulta tanto das condições internas da dominação burguesa quanto das contradições do capital-imperialismo mundial.Fontes, O Brasil e o capital-imperialismo, p. 15
  • Interpretação · Virgínia FontesO capital-imperialismo atual tem como características o predomínio do capital monetário, que expressa a dominação da pura propriedade capitalista, e o seu impulso expropriador.Fontes, O Brasil e o capital-imperialismo, p. 146
  • Interpretação · Karl Kautsky, citado por Lênin (contraponto declarado)O imperialismo é um produto do capitalismo industrial altamente desenvolvido e consiste na tendência de toda nação capitalista industrial para submeter ou anexar cada vez mais regiões agrárias.Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. VII, §§ 5 a 7
  • Interpretação · Karl Kautsky, citado por Lênin (contraponto declarado)Do ponto de vista puramente econômico, não está excluído que o capitalismo passe por uma fase de ultraimperialismo, de exploração geral do mundo pelo capital financeiro unido internacionalmente.Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. VII, § 16
  • FatoLênin cita uma queixa de capitalistas americanos de 1915 segundo a qual a Inglaterra e a Alemanha, nos vinte e cinco anos anteriores, tinham investido cerca de mil milhões de dólares na Argentina, no Brasil e no Uruguai e se beneficiavam de 46% de todo o comércio desses três países.Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. IV, § 16
  • FatoSegundo os dados reunidos por Lênin, as possessões coloniais das seis potências mais importantes passaram de 40 para 65 milhões de quilômetros quadrados entre 1876 e 1914.Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. VI, § 15
  • Interpretação · Vladímir Ilitch LêninAs abstrações do ultraimperialismo desviam a atenção das contradições existentes; o capital financeiro e os trustes não atenuam, antes acentuam, a diferença entre os ritmos de crescimento dos diferentes elementos da economia mundial.Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. VII, §§ 19 e 26
  • Interpretação · Vladímir Ilitch LêninNum certo grau do seu desenvolvimento, a concentração conduz por si mesma ao monopólio, porque é muito fácil para algumas dezenas de empresas gigantescas chegarem a acordo entre si.Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. I, § 6
  • Interpretação · Vladímir Ilitch LêninAs associações de monopolistas capitalistas, cartéis, sindicatos e trustes, partilham entre si primeiro o mercado interno e, com a exportação de capitais e as relações com as colônias, chegam a acordos mundiais.Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. V, § 1
  • Interpretação · Vladímir Ilitch LêninNa definição mais breve possível, o imperialismo é a fase monopolista do capitalismo, porque o capital financeiro é o capital de alguns grandes bancos monopolistas fundido com o das associações monopolistas de industriais e porque a partilha do mundo passou à posse monopolista de um globo já repartido.Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. VII, § 2
  • Interpretação · Vladímir Ilitch LêninA definição do imperialismo deve incluir cinco traços, que são a concentração da produção e do capital que criou os monopólios, a fusão do capital bancário com o industrial e a criação da oligarquia financeira baseada nesse capital financeiro, a importância particularmente grande da exportação de capitais, a formação de associações internacionais monopolistas que partilham o mundo e o termo da partilha territorial do mundo entre as potências capitalistas mais importantes.Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. VII, § 3
  • Interpretação · Vladímir Ilitch LêninA definição de Kautsky destaca de modo arbitrário a questão nacional e o capital industrial; o que caracteriza o imperialismo é o capital financeiro e a tendência a anexar também regiões industriais.Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. VII, §§ 8 e 9
  • Interpretação · Vladímir Ilitch LêninEnquanto o capitalismo for capitalismo, o excedente de capital não se destina a elevar o nível de vida das massas, mas a aumentar os lucros pela exportação de capitais para os países atrasados, onde o lucro é elevado porque os capitais são escassos e o preço da terra, os salários e as matérias-primas são baixos.Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. IV, § 3
  • Interpretação · Vladímir Ilitch LêninO velho capitalismo, de livre concorrência, caracterizava-se pela exportação de mercadorias; o capitalismo moderno, em que impera o monopólio, caracteriza-se pela exportação de capital.Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. IV, § 1
  • FatoLênin cita um relatório do cônsul austro-húngaro em São Paulo segundo o qual a construção das ferrovias brasileiras se realizava, na maior parte, com capitais franceses, belgas, britânicos e alemães, e esses países reservavam para si as encomendas de material ferroviário.Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. IV, § 15
  • Interpretação · Vladímir Ilitch LêninSob o capitalismo não há outro fundamento para a partilha das esferas de influência e das colônias além da força dos que participam da divisão, e essa força não se modifica de forma idêntica, porque o desenvolvimento igual de empresas, ramos e países é impossível.Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. IX, § 34
  • Interpretação · Vladímir Ilitch LêninO capitalismo só se transformou em imperialismo quando a livre concorrência foi substituída pelos monopólios capitalistas, que não eliminam a livre concorrência, mas existem acima e ao lado dela, engendrando contradições, fricções e conflitos particularmente agudos.Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. VII, § 1
  • Interpretação · Vladímir Ilitch LêninUma luta contra a política dos trustes e dos bancos que deixe intactas as bases da economia deles não passa de reformismo e pacifismo burgueses.Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. VII, § 15
  • Interpretação · Vladímir Ilitch LêninPela primeira vez o mundo encontra-se repartido, de modo que no futuro só poderá haver novas partilhas, isto é, a passagem de territórios de um proprietário para outro.Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. VI, § 3
  • Interpretação · Vladímir Ilitch LêninA política colonial e o imperialismo existiam antes da fase mais recente do capitalismo e até antes do capitalismo, como em Roma, mas a política colonial do capital financeiro é essencialmente diferente das anteriores.Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. VI, § 17
  • Interpretação · Vladímir Ilitch LêninAs alianças interimperialistas ou ultraimperialistas, seja qual for a sua forma, só podem ser tréguas entre guerras; as alianças pacíficas preparam as guerras e surgem delas.Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. IX, § 35
  • FatoLênin escreveu a brochura O imperialismo, fase superior do capitalismo em Zurique, durante a primavera de 1916.Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, prefácio de 1917, § 1
  • Interpretação · Ruy Mauro MariniDependente e subordinado, o Brasil entrou na etapa de exportação de capital e de espoliação de matérias-primas e fontes de energia no exterior, como o petróleo, o ferro e o gás.Marini, A acumulação capitalista mundial e o subimperialismo, p. 62
  • Interpretação · Ruy Mauro MariniO subimperialismo é a forma que assume a economia dependente ao chegar à etapa dos monopólios e do capital financeiro, com uma política expansionista relativamente autônoma que se mantém no marco da hegemonia exercida pelo imperialismo.Marini, A acumulação capitalista mundial e o subimperialismo, p. 59
  • Interpretação · Rosa LuxemburgoO imperialismo é a expressão política da acumulação do capital na sua luta competitiva pelo que ainda resta de meio não capitalista.Luxemburgo, A acumulação do capital, cap. 31, § 1

Fontes desta página

  1. LÊNIN, Vladímir Ilitch. O imperialismo, fase superior do capitalismo. 1917. Abrir ↗
  2. LUXEMBURGO, Rosa. A acumulação do capital. 1913. Abrir ↗
  3. FONTES, Virgínia. O Brasil e o capital-imperialismo: teoria e história. Rio de Janeiro: EPSJV/Fiocruz; Editora UFRJ (Pensamento Crítico, 15), 2010. Abrir ↗
  4. MARINI, Ruy Mauro. A acumulação capitalista mundial e o subimperialismo. Trad. Maíra Machado Bichir e Fábio Pádua dos Santos. Outubro, n. 20, 1º semestre de 2012, pp. 27-70, 2012. Abrir ↗
  5. Vladímir Ilitch Lênin. O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. IV. A exportação de capital, no MIA. marxists.org. Abrir ↗
  6. Virgínia Fontes. O Brasil e o capital-imperialismo: teoria e história (2. ed., EPSJV/Editora UFRJ, 2010; PDF da EPSJV). epsjv.fiocruz.br. Abrir ↗
  7. Vladímir Ilitch Lênin. O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. VII. O imperialismo, fase particular do capitalismo, no MIA. marxists.org. Abrir ↗
  8. Vladímir Ilitch Lênin. O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. VI. A partilha do mundo entre as grandes potências, no MIA. marxists.org. Abrir ↗
  9. Vladímir Ilitch Lênin. O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. 1. A concentração da produção e os monopólios, no MIA. marxists.org. Abrir ↗
  10. Vladímir Ilitch Lênin. O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. V. A partilha do mundo entre as associações de capitalistas, no MIA. marxists.org. Abrir ↗
  11. Vladímir Ilitch Lênin. O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. IX. Crítica do imperialismo, no MIA. marxists.org. Abrir ↗
  12. Vladímir Ilitch Lênin. O imperialismo, fase superior do capitalismo, prefácio de 1917 e prefácio às edições francesa e alemã (6 de julho de 1920), no MIA. marxists.org. Abrir ↗
  13. Ruy Mauro Marini. A acumulação capitalista mundial e o subimperialismo (1977; tradução publicada em Outubro, n. 20, 2012). marxists.org. Abrir ↗
  14. Rosa Luxemburgo. The Accumulation of Capital, Chapter 31. Protective tariffs and accumulation, no MIA em inglês. marxists.org. Abrir ↗