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Conceitos / Imperialismo e soberania / Imperialismo

Estados Unidos

Em poucas palavras

Os Estados Unidos se tornaram uma das potências imperialistas no fim do século XIX, com trustes que dividiam o mundo e guerras como a das Filipinas, em 1898. Depois de 1945, assumiram a liderança dos países imperialistas. Documentos do próprio governo americano mostram que, em 1964, ele preparou navios, combustível e munição para poder apoiar as forças do golpe contra Goulart.

Eixo e tema
Imperialismo e soberania · Imperialismo
Obra principal
Carta aos operários americanos, de Vladímir Ilitch Lênin

Explicação

Uma potência imperialista

Em 1916, Lênin contava os Estados Unidos entre os três Estados que dominavam o mundo, ao lado da Alemanha e da Inglaterra. Ele descreveu como, em 1907, o truste elétrico americano e o alemão fizeram um acordo para dividir o mundo, e como a Standard Oil, de Rockefeller, disputava com outros grupos financeiros a partilha do mercado mundial do petróleo. (Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. V, §§ 9, 12 e 13; cap. VII, § 23)

Na Carta aos operários americanos, de 1918, Lênin escreveu que a América ocupava o primeiro lugar no desenvolvimento das forças produtivas e um dos primeiros no abismo entre um punhado de multimilionários e milhões de trabalhadores à beira da miséria. Para ele, o povo americano, que tinha feito uma guerra revolucionária contra a escravidão feudal, foi posto no papel de carrasco que em 1898 estrangulou as Filipinas com o pretexto de libertá-las. A nota dos editores explica que os Estados Unidos entraram em guerra com a Espanha em abril de 1898, receberam as Filipinas pelo tratado de Paris, em dezembro, e atacaram a república filipina em fevereiro de 1899. (Lênin, Carta aos operários americanos, § 3 e nota N334)

Lênin escreveu também que os multimilionários americanos foram os que mais ganharam com a guerra de 1914 a 1918 e transformaram todos os países, mesmo os mais ricos, em tributários. Em 1920, ele observou que os Estados Unidos tinham passado de devedores a credores de todos e eram a única potência que ficara absolutamente independente do ponto de vista financeiro. (Lênin, Carta aos operários americanos, § 7; Lênin, II Congresso da Internacional Comunista, relatório de 19 de julho, §§ 6 e 11)

A América e a doutrina Monroe

Em 2 de dezembro de 1823, o presidente James Monroe declarou ao Congresso que os continentes americanos não deviam mais ser objeto de colonização por potências europeias e que qualquer tentativa europeia de estender o seu sistema a este hemisfério seria tratada como perigosa para a paz e a segurança dos Estados Unidos. A página dos Arquivos Nacionais dos Estados Unidos registra que, em 1904, Theodore Roosevelt reivindicou para o país um poder de polícia internacional, usado para justificar intervenções em outros países do hemisfério, e que fuzileiros americanos foram enviados a São Domingos em 1904, à Nicarágua em 1911 e ao Haiti em 1915. (National Archives dos EUA, Monroe Doctrine, mensagem de 1823 e nota histórica)

Em 1927, diante de uma nova invasão da Nicarágua por tropas americanas, José Carlos Mariátegui escreveu que os Estados Unidos punham os olhos naquele país havia muitos anos e, com pretextos parecidos, metiam a mão na sua autonomia formal. Para ele, os Estados Unidos tinham interesse em manter a América Central dividida e em conflito, porque o seu desenvolvimento industrial e financeiro os empurrava a dominar mercados, rotas de comércio e centros de matérias-primas. (Mariátegui, O imperialismo ianque na Nicarágua, §§ 1, 2, 6 e 7)

A nova liderança depois de 1945

Virgínia Fontes escreve que, depois da Segunda Guerra Mundial, os países imperialistas procuraram voltar à situação econômica anterior, agora sob a liderança dos Estados Unidos. Para ela, a nova partilha do mundo envolvia assegurar a convivência entre as potências imperialistas e afirmar o poder militar e econômico dos Estados Unidos diante da União Soviética. (Fontes, O Brasil e o capital-imperialismo, p. 156)

Os Estados Unidos e o Brasil

Jacob Gorender escreveu em 1950 que a entrada do Brasil na guerra, em 1942, abriu um período novo, com a criação de uma Comissão Militar Mista Brasil-Estados Unidos, a ocupação de bases aéreas e navais do Norte e do Nordeste por tropas americanas e cursos de oficiais brasileiros nos Estados Unidos. Para ele, as forças armadas brasileiras passaram a trocar o modelo francês pelo americano, e a comissão continuou funcionando depois da guerra. Para Gorender, tratava-se da absorção do aparelho militar do país por uma potência estrangeira, que ele chamou de penetração militar do imperialismo ianque, isto é, estadunidense. (Gorender, A penetração militar do imperialismo ianque no Brasil, §§ 18, 23 e 59)

O relatório da Comissão Nacional da Verdade registra que o anteprojeto da Escola Superior de Guerra foi escrito em 1948 por militares brasileiros liderados pelo general Cordeiro de Farias e por três militares americanos. O mesmo relatório diz que, a partir do fim de 1961, o governo Kennedy, contrariado com a recusa de Goulart em romper com Cuba, começou a agir para derrubá-lo, orientação que produziu resultados no governo Johnson, com o golpe de abril de 1964. (Comissão Nacional da Verdade, Relatório da Comissão Nacional da Verdade, v, pp. 88 e 227)

Em telegrama de 28 de março de 1964, o embaixador Lincoln Gordon recomendou preparar uma entrega clandestina de armas de origem não americana aos apoiadores do general Castelo Branco em São Paulo, junto com combustível, e o envio de uma força-tarefa naval. Em 31 de março, o Departamento de Estado comunicou a decisão de mandar navios-tanque com combustível e uma força-tarefa com um porta-aviões e de reunir cerca de 110 toneladas de munição para um transporte aéreo a São Paulo, para poder ajudar as forças contrárias a Goulart se isso fosse decidido, numa operação que recebeu o nome de Brother Sam. (Office of the Historian, Departamento de Estado dos EUA, Foreign Relations of the United States, 1964-1968, v, §§ 13 e 14; Office of the Historian, Departamento de Estado dos EUA, Foreign Relations of the United States, 1964-1968, v, itens 1 a 3 e nota 1)

Caio Navarro de Toledo escreve que, a rigor, o golpe não começou em Washington, porque os protagonistas foram as facções duras das forças armadas e o empresariado nacional. Para ele, porém, os documentos publicados comprovam a participação ativa e o apoio dos Estados Unidos, e o trabalho ostensivo do embaixador Gordon não deixa dúvida sobre o papel do país na queda do governo constitucional de Goulart. (Toledo, 1964: o golpe contra as reformas e a democracia, p. 22 e p. 27, nota 17)

No Brasil

Estados Unidos no Brasil

Em 31 de março de 1964, o Departamento de Estado comunicou à embaixada no Brasil a decisão de enviar navios-tanque com combustível e uma força-tarefa naval e de reunir munição para ajudar as forças contrárias a Goulart, se fosse decidido fazê-lo; a operação recebeu o nome de Brother Sam. Toledo conclui que os documentos comprovam a participação ativa dos Estados Unidos no golpe. (Office of the Historian, Departamento de Estado dos EUA, Foreign Relations of the United States, 1964-1968, v, itens 1 a 3 e nota 1; Toledo, 1964: o golpe contra as reformas e a democracia, p. 27, nota 17)

Confusões comuns

Para se aprofundar

Principal
  • LÊNIN, Vladímir Ilitch. Carta aos operários americanos. 1918. Onde ler: §§ 3 e 7 e nota N334.

    “O povo americano, que deu ao mundo um exemplo de guerra revolucionária contra a escravidão feudal, encontrou-se na escravidão moderna, capitalista, assalariada, dum punhado de multimilionários, encontrou-se a desempenhar o papel de carrasco assalariado que em 1898 estrangulou, para satisfação de ricos canalhas, as Filipinas, sob o pretexto da sua «libertação»”

    § 3

    Ler grátis: Carta aos operários americanos ↗

Complementar
De onde vem cada afirmação desta página (23)
  • Interpretação · Vladímir Ilitch LêninA América ocupou o primeiro lugar entre os países livres e cultos no desenvolvimento das forças produtivas e tornou-se um dos primeiros países na profundidade do abismo entre um punhado de multimilionários e milhões de trabalhadores na fronteira da miséria; o povo americano foi posto no papel de carrasco que em 1898 estrangulou as Filipinas com o pretexto da sua libertação.Lênin, Carta aos operários americanos, § 3
  • FatoEm abril de 1898 os Estados Unidos começaram uma guerra contra a Espanha; pelo tratado de paz de Paris, de dezembro de 1898, a Espanha renunciou às Filipinas a favor dos Estados Unidos, e em fevereiro de 1899 os Estados Unidos iniciaram operações militares contra a República das Filipinas.Lênin, Carta aos operários americanos, nota N334 da edição
  • Interpretação · Vladímir Ilitch LêninOs multimilionários americanos ganharam mais do que ninguém com a guerra e converteram todos os países, mesmo os mais ricos, em tributários.Lênin, Carta aos operários americanos, § 7
  • FatoEm dezembro de 1948, o anteprojeto do regulamento da Escola Superior de Guerra foi escrito por um grupo de militares liderado pelo general Oswaldo Cordeiro de Farias e por três militares norte-americanos; a escola foi criada em agosto de 1949.Comissão Nacional da Verdade, Relatório da Comissão Nacional da Verdade, v, p. 88
  • FatoA partir do fim de 1961, contrariado com a recusa de Goulart em romper relações com Cuba, o governo dos Estados Unidos começou a agir com vistas à derrocada de Goulart, orientação que produziu resultados no governo Johnson, com o golpe de abril de 1964.Comissão Nacional da Verdade, Relatório da Comissão Nacional da Verdade, v, p. 227
  • FatoVernon Walters, oficial de ligação entre a Força Expedicionária Brasileira e o exército norte-americano, manteve relações pessoais com Castelo Branco e foi adido militar da embaixada dos Estados Unidos no Brasil de 1962 a 1967.Comissão Nacional da Verdade, Relatório da Comissão Nacional da Verdade, v, p. 88
  • Interpretação · Virgínia FontesDepois da Segunda Guerra Mundial, os países imperialistas procuraram retornar à situação econômica anterior, agora com os Estados Unidos como nova liderança, e a nova partilha do mundo envolvia assegurar a convivência entre os países imperialistas e afirmar o poder militar e econômico dos Estados Unidos diante da União Soviética.Fontes, O Brasil e o capital-imperialismo, p. 156
  • FatoEm 31 de março de 1964, o Departamento de Estado comunicou à embaixada as decisões de enviar navios-tanque da Marinha com combustível desde Aruba, uma força-tarefa naval com porta-aviões para exercícios ao largo do Brasil, e de reunir uma carga de cerca de 110 toneladas de munição para transporte aéreo a São Paulo, para poder ajudar as forças contrárias a Goulart se isso fosse decidido; o Estado-Maior Conjunto deu à operação o nome de Brother Sam.Office of the Historian, Departamento de Estado dos EUA, Foreign Relations of the United States, 1964-1968, v, itens 1 a 3 e nota 1
  • FatoEm telegrama datado de 28 de março de 1964, o embaixador Lincoln Gordon recomendou preparar a entrega clandestina de armas de origem não americana aos apoiadores de Castelo Branco em São Paulo, com combustível, e o envio antecipado de uma força-tarefa naval ao Atlântico Sul.Office of the Historian, Departamento de Estado dos EUA, Foreign Relations of the United States, 1964-1968, v, §§ 13 e 14
  • Interpretação · Jacob GorenderCom a entrada do Brasil na guerra, em 1942, começou um período novo, em que o imperialismo norte-americano passou a compartilhar o comando das forças armadas brasileiras, ocupar bases e ditar regras sobre a sua estrutura e treinamento, num processo de absorção do aparelho militar do país por uma potência estrangeira.Gorender, A penetração militar do imperialismo ianque no Brasil, § 18
  • FatoFormou-se em 1942 uma Comissão Militar Mista Brasil-Estados Unidos; bases aeronavais do Norte e do Nordeste foram ocupadas por tropas americanas, muitos oficiais brasileiros fizeram cursos nos Estados Unidos e as forças armadas começaram a substituir o modelo francês pelo norte-americano.Gorender, A penetração militar do imperialismo ianque no Brasil, § 23
  • Interpretação · Jacob GorenderA Comissão Militar Mista Brasil-Estados Unidos continuou funcionando depois da guerra, com seções das forças armadas norte-americanas junto aos três ramos das forças armadas brasileiras.Gorender, A penetração militar do imperialismo ianque no Brasil, § 59
  • Interpretação · Vladímir Ilitch LêninOs Estados Unidos foram os únicos que ganharam plenamente com a guerra e passaram de país devedor a país a quem todos devem; só a América ficou absolutamente independente do ponto de vista financeiro.Lênin, II Congresso da Internacional Comunista, relatório de 19 de julho, §§ 6 e 11
  • FatoEm 1907, o truste elétrico americano e o alemão fizeram um acordo para a partilha do mundo, pelo qual a companhia americana recebeu os Estados Unidos e o Canadá e a alemã ficou com a Alemanha, a Áustria, a Rússia e outros países.Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. V, § 9
  • FatoEm 1905, o mercado mundial do petróleo estava dividido entre dois grandes grupos financeiros, o truste americano Standard Oil, de Rockefeller, e os donos do petróleo russo de Baku, e começou uma luta pela partilha do mundo em que a Standard Oil procurou apoderar-se de jazidas na Índia Holandesa.Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. V, §§ 12 e 13
  • Interpretação · Vladímir Ilitch LêninHá três regiões de capitalismo altamente desenvolvido, a da Europa Central, a britânica e a americana, e entre elas três Estados que exercem o domínio do mundo, a Alemanha, a Inglaterra e os Estados Unidos.Lênin, O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. VII, § 23
  • Interpretação · José Carlos MariáteguiHá muitos anos os Estados Unidos põem os olhos na Nicarágua e, em várias oportunidades, com pretextos análogos, metem a mão na sua autonomia formal; a invasão de 1927 tem absoluta coerência com essa política.Mariátegui, O imperialismo ianque na Nicarágua, §§ 1 e 2
  • Interpretação · José Carlos MariáteguiOs Estados Unidos têm interesse em manter a América Central dividida e em constante conflito, e a confederação das pequenas repúblicas centro-americanas encontra na América do Norte os seus maiores inimigos.Mariátegui, O imperialismo ianque na Nicarágua, § 6
  • Interpretação · José Carlos MariáteguiOs Estados Unidos são impulsionados, pelo seu desenvolvimento industrial e financeiro, à afirmação do seu predomínio sobre os mercados, as vias de tráfico e os centros de matérias-primas.Mariátegui, O imperialismo ianque na Nicarágua, § 7
  • FatoNa mensagem anual ao Congresso de 2 de dezembro de 1823, o presidente James Monroe declarou que os continentes americanos não deviam ser considerados objeto de futura colonização por potências europeias e que qualquer tentativa dessas potências de estender o seu sistema a alguma parte do hemisfério seria considerada perigosa para a paz e a segurança dos Estados Unidos.National Archives dos EUA, Monroe Doctrine, transcrição da mensagem
  • FatoEm 1904, Theodore Roosevelt proclamou o direito dos Estados Unidos de exercer um poder de polícia internacional, no chamado Corolário Roosevelt, e fuzileiros americanos foram enviados a São Domingos em 1904, à Nicarágua em 1911 e ao Haiti em 1915.National Archives dos EUA, Monroe Doctrine, nota histórica da página
  • Interpretação · Caio Navarro de ToledoO golpe de 1964 teve como protagonistas principais as facções duras das forças armadas e o empresariado nacional, com o decidido apoio e o incentivo da embaixada e de agências norte-americanas.Toledo, 1964: o golpe contra as reformas e a democracia, p. 22
  • Interpretação · Caio Navarro de ToledoA rigor, o golpe não começou em Washington, mas os documentos revelados comprovam a ativa participação e apoio norte-americanos, e o trabalho ostensivo do embaixador Lincoln Gordon não deixa dúvida sobre o papel dos Estados Unidos na queda do governo constitucional de Goulart.Toledo, 1964: o golpe contra as reformas e a democracia, p. 27, nota 17

Fontes desta página

  1. LÊNIN, Vladímir Ilitch. O imperialismo, fase superior do capitalismo. 1917. Abrir ↗
  2. LÊNIN, Vladímir Ilitch. Carta aos operários americanos. 1918. Abrir ↗
  3. LÊNIN, Vladímir Ilitch. II Congresso da Internacional Comunista (relatórios de 19 e 26 de julho de 1920). 1920. Abrir ↗
  4. National Archives dos EUA. Monroe Doctrine (1823): mensagem anual do presidente James Monroe ao Congresso, 2 de dezembro de 1823, com transcrição e nota histórica (Milestone Documents). archives.gov, 02/12/1823. Abrir ↗
  5. MARIÁTEGUI, José Carlos. O imperialismo ianque na Nicarágua. 1927. Abrir ↗
  6. FONTES, Virgínia. O Brasil e o capital-imperialismo: teoria e história. Rio de Janeiro: EPSJV/Fiocruz; Editora UFRJ (Pensamento Crítico, 15), 2010. Abrir ↗
  7. GORENDER, Jacob. A penetração militar do imperialismo ianque no Brasil. 1950. Abrir ↗
  8. Comissão Nacional da Verdade. Relatório da Comissão Nacional da Verdade, v. I (dezembro de 2014). gov.br. Abrir ↗
  9. Office of the Historian, Departamento de Estado dos EUA. Foreign Relations of the United States, 1964-1968, v. XXXI, doc. 187: telegrama do embaixador no Brasil (Gordon) ao Departamento de Estado, Rio de Janeiro, 28 de março de 1964. history.state.gov, 28/03/1964. Abrir ↗
  10. Office of the Historian, Departamento de Estado dos EUA. Foreign Relations of the United States, 1964-1968, v. XXXI, doc. 198: telegrama do Departamento de Estado à embaixada no Brasil, Washington, 31 de março de 1964. history.state.gov, 31/03/1964. Abrir ↗
  11. TOLEDO, Caio Navarro de. 1964: o golpe contra as reformas e a democracia. São Paulo: Revista Brasileira de História (Associação Nacional de História), v. 24, n. 47, pp. 13-28, 2004. Abrir ↗
  12. Vladímir Ilitch Lênin. Carta aos operários americanos (Pravda, n. 178, 22 de agosto de 1918), com a ficha da edição da Avante!, no MIA. marxists.org, 22/08/1918. Abrir ↗
  13. Virgínia Fontes. O Brasil e o capital-imperialismo: teoria e história (2. ed., EPSJV/Editora UFRJ, 2010; PDF da EPSJV). epsjv.fiocruz.br. Abrir ↗
  14. Jacob Gorender. A penetração militar do imperialismo ianque no Brasil (Problemas, n. 28, julho de 1950). marxists.org. Abrir ↗
  15. Vladímir Ilitch Lênin. II Congresso da Internacional Comunista: relatório sobre a situação internacional (19 de julho de 1920) e relatório da comissão sobre as questões nacional e colonial (26 de julho de 1920), com a ficha da edição da Avante!, no MIA. marxists.org, 24/07/1920. Abrir ↗
  16. Vladímir Ilitch Lênin. O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. V. A partilha do mundo entre as associações de capitalistas, no MIA. marxists.org. Abrir ↗
  17. Vladímir Ilitch Lênin. O imperialismo, fase superior do capitalismo, cap. VII. O imperialismo, fase particular do capitalismo, no MIA. marxists.org. Abrir ↗
  18. José Carlos Mariátegui. O imperialismo ianque na Nicarágua (Variedades, Lima, 22 de janeiro de 1927; tradução de L. H.), no MIA. marxists.org, 22/01/1927. Abrir ↗
  19. Caio Navarro de Toledo. 1964: o golpe contra as reformas e a democracia (Revista Brasileira de História, v. 24, n. 47, 2004). redalyc.org. Abrir ↗