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Conceitos / Teoria e história do socialismo / Materialismo histórico

Materialismo dialético

Em poucas palavras

Para Engels, a dialética materialista é a ciência das leis gerais do movimento da natureza, da sociedade e do pensamento, que parte da matéria e vê o mundo como um conjunto de processos. Ele resumiu essas leis em três, a passagem da quantidade à qualidade, a interpenetração dos contrários e a negação da negação. Lênin e Mao puseram a contradição interna no centro do método.

Eixo e tema
Teoria e história do socialismo · Materialismo histórico
Obra principal
Anti-Dühring, de Friedrich Engels

Explicação

Matéria e pensamento

Em Ludwig Feuerbach e o fim da filosofia clássica alemã, de 1886, Engels escreve que a grande questão fundamental de toda a filosofia é a relação entre o pensar e o ser. Os filósofos que afirmavam que o espírito vem antes da natureza formavam o campo do idealismo, e os que viam a natureza como o ponto de partida pertenciam às escolas do materialismo. Materialismo, nesse sentido filosófico, quer dizer explicar as ideias a partir do mundo material, e não o contrário. (Engels, Ludwig Feuerbach e o fim da filosofia clássica alemã, parte II, §§ 1 e 3)

Nas Teses sobre Feuerbach, escritas em 1845, Marx critica o materialismo anterior por tomar a realidade só como objeto de contemplação, e não como atividade humana, como prática. Na segunda tese, ele diz que saber se o pensamento alcança a verdade objetiva é uma questão prática, e não teórica, porque é na prática que o ser humano prova a verdade do que pensa. A décima primeira tese resume a posição dele, ao dizer que os filósofos apenas interpretaram o mundo de maneiras diferentes e que a questão é transformá-lo. (Marx, Teses sobre Feuerbach, teses I, II e XI)

A dialética posta de pé

Engels conta que, para Hegel, a dialética era o autodesenvolvimento do conceito, e o mundo real aparecia como cópia desse movimento das ideias. Marx e Engels inverteram a relação, tomando os conceitos como imagens das coisas reais, e reduziram a dialética à ciência das leis gerais do movimento do mundo exterior e do pensamento humano. Com isso, nas palavras de Engels, a dialética de Hegel, que estava de cabeça para baixo, foi posta de pé, e um operário alemão, Josef Dietzgen, chegou à mesma descoberta por conta própria. (Engels, Ludwig Feuerbach e o fim da filosofia clássica alemã, parte IV, § 4)

Para Engels, o grande pensamento que vem dessa dialética é que o mundo deve ser entendido como um conjunto de processos, e não como um conjunto de coisas prontas. As coisas e os conceitos que temos delas estão em mudança contínua, nascem e perecem, e por isso o conhecimento adquirido em cada época tem limites e não vira verdade eterna. (Engels, Ludwig Feuerbach e o fim da filosofia clássica alemã, parte IV, § 5)

As leis da dialética

No Anti-Dühring, de 1878, Engels opõe a dialética ao pensamento metafísico, que trata as coisas como objetos isolados, fixos e imóveis. A dialética, ao contrário, estuda as coisas nas suas conexões, no seu movimento, no seu surgimento e no seu desaparecimento, e Engels chama a natureza de pedra de toque da dialética. (Engels, Anti-Dühring, introdução, cap. I, §§ 10 e 11)

Na Dialética da natureza, Engels reduz as leis da dialética a três, a da transformação da quantidade em qualidade, a da interpenetração dos contrários e a da negação da negação, e critica Hegel por tê-las imposto à natureza como leis do pensamento. No Anti-Dühring, ele dá exemplos. A água, sob pressão normal, muda de estado a zero e a cem graus, e Marx mostrou que uma soma de dinheiro só se converte em capital a partir de um mínimo de valor. A negação da negação aparece, para Engels, no ciclo do grão de cevada que germina, vira planta e produz novos grãos, sem que a lei geral dispense o estudo do conteúdo concreto de cada processo. (Engels, Dialética da natureza, Natureza geral da dialética como ciência, §§ 2 e 3; Engels, Anti-Dühring, parte I, cap. XII, §§ 16 e 19, e cap. XIII, § 18)

Em Sobre a questão da dialética, de 1915, Lênin escreve que a essência da dialética está na divisão de um todo e no conhecimento das suas partes contraditórias, e critica Plekhanov e o próprio Engels por tratarem a unidade dos contrários como uma soma de exemplos. Mao Tsé-tung, em Sobre a contradição, de 1937, chama essa lei da unidade dos contrários de lei fundamental da dialética materialista. Para ele, a causa fundamental do desenvolvimento de cada fenômeno está nas suas contradições internas, e as influências externas são causas secundárias. (Lênin, Sobre a questão da dialética, §§ 1 e 2; Mao, Sobre a contradição, Apresentação, § 2, e seção I, § 6)

Josef Stálin, num texto de 1938, organizou o método em quatro traços, a conexão entre os fenômenos, o movimento constante, a passagem das mudanças quantitativas às qualitativas por saltos e a luta de contrários dentro de cada fenômeno. Ele também descreveu o materialismo filosófico pela tese de que o mundo é material, de que a matéria existe fora da consciência e vem antes dela e de que o mundo e as suas leis podem ser conhecidos. (Stálin, Sobre o materialismo dialético e o materialismo histórico, seção 1, §§ 1, 3, 8 e 18, e seção 2, §§ 1, 7 e 19)

Uma divergência entre marxistas

György Lukács, em História e consciência de classe, de 1923, discordou de Engels num ponto. Numa nota do ensaio O que é o marxismo ortodoxo?, ele escreve que o método dialético se limita à história e à sociedade e que os mal-entendidos vêm de Engels ter estendido o método à natureza, seguindo Hegel. Para Lukács, as determinações centrais da dialética, como a interação entre sujeito e objeto e a unidade entre teoria e prática, não estão presentes no conhecimento da natureza. (Lukács, História e consciência de classe, ensaio What is Orthodox Marxism?, nota 6)

Um exemplo brasileiro

Octávio Brandão, em Agrarismo e industrialismo, escrito em 1924 e publicado em 1926, definiu a dialética como a ciência que mostra como a sociedade, o universo e o pensamento evoluem, em três etapas, tese, antítese e síntese. Ao aplicá-la à revolta de 1924 em São Paulo, ele pôs Artur Bernardes, o grande agrário, na afirmação, Isidoro Dias Lopes, o pequeno-burguês, na negação e a revolução proletária na negação da negação. (Brandão, Agrarismo e industrialismo, pp. 120, 121, 138 e 139; Moraes, Um livro fundador, pp. 12 e 13)

João Quartim de Moraes, na introdução da edição de 2006, escreve que o entusiasmo de Brandão pela dialética o levou a aplicá-la de modo ingênuo à história do proletariado brasileiro, encaixando a luta operária na tríade hegeliana. Em 1957, o próprio Brandão reconheceu no livro desvios materialistas mecânicos e lembrou que o materialismo mecânico não é dialético. (Moraes, Um livro fundador, pp. 14 e 15; Brandão, Uma etapa da história de lutas, pp. 192 e 193)

No Brasil

Materialismo dialético no Brasil

Em Agrarismo e industrialismo, de 1926, Octávio Brandão leu a revolta de 1924 como tríade, com Artur Bernardes na afirmação, Isidoro Dias Lopes na negação e a revolução proletária na negação da negação. João Quartim de Moraes chama essa aplicação de ingênua, e Brandão reconheceu nela, em 1957, desvios materialistas mecânicos. (Octávio Brandão, Agrarismo e industrialismo, pp. 138 e 139; Moraes, Um livro fundador, pp. 14 e 15)

Confusões comuns

Para se aprofundar

Principal
  • ENGELS, Friedrich. Anti-Dühring. 1878. Onde ler: introdução, cap. I, §§ 10 e 11; parte I, caps. XII e XIII.

    “O contrário acontece com a dialética, que encara as coisas e as suas imagens conceituadas, substancialmente, em suas conexões, em sua filiação e concatenação, em sua dinâmica, em seu processo de gênese e caducidade, como os fenômenos que acabamos de expor, que nada mais são do que outras tantas confirmações do método experimental que lhe é próprio.”

    introdução, cap. I, § 11

    Ler grátis: Anti-Dühring ↗Ficha da obra: Anti-Dühring

Complementar
De onde vem cada afirmação desta página (26)
  • Interpretação · Friedrich EngelsNa linha nodal de desproporções, como a chama Hegel, as transformações quantitativas se convertem em certos pontos em saltos qualitativos, como nos estados de agregação da água sob a pressão normal do ar, ao chegar a zero e a cem graus.Engels, Anti-Dühring, parte I, cap. XII, § 19
  • Interpretação · Friedrich EngelsA dialética encara as coisas e as suas imagens conceituais em suas conexões, concatenação, dinâmica e processo de gênese e caducidade; a natureza é a pedra de toque da dialética, e as ciências naturais modernas mostram que a natureza se move, em última análise, pelos canais da dialética e não pelos trilhos metafísicos.Engels, Anti-Dühring, introdução, cap. I, § 11
  • Interpretação · Friedrich EngelsMarx conclui em O capital que nem toda soma de dinheiro ou de valor pode ser convertida em capital, porque essa transformação supõe um determinado mínimo de dinheiro ou de valor de troca nas mãos do possuidor.Engels, Anti-Dühring, parte I, cap. XII, § 16
  • Interpretação · Friedrich EngelsPara o metafísico, as coisas e as suas imagens no pensamento são objetos isolados de investigação, fixos e imóveis, observados um após o outro, e ele pensa em antíteses desconexas, em que uma coisa existe ou não existe.Engels, Anti-Dühring, introdução, cap. I, § 10
  • Interpretação · Friedrich EngelsA negação da negação é uma lei extraordinariamente geral do desenvolvimento da natureza, da história e do pensamento, presente no processo do grão de cevada, da germinação até a nova planta; dizer que vários processos têm em comum a negação da negação não prejulga o conteúdo concreto de cada um, e a dialética tem por tarefa estudar as leis gerais da dinâmica e do desenvolvimento da natureza e do pensamento.Engels, Anti-Dühring, parte I, cap. XIII, § 18
  • Interpretação · Octávio BrandãoAgrarismo e industrialismo apresenta uma série de falhas e tem desvios materialistas mecânicos, de caráter político, filosófico e ideológico geral; o materialismo mecânico não é dialético e não interpreta os fatos à luz da teoria moderna do desenvolvimento.Brandão, Uma etapa da história de lutas, pp. 192 e 193
  • FatoAgrarismo e industrialismo foi escrito no essencial entre julho e agosto de 1924 e só foi publicado em abril de 1926.Moraes, Um livro fundador, pp. 12 e 13
  • Interpretação · Octávio BrandãoA dialética é a ciência que mostra como a sociedade, o universo e o pensamento evoluem, numa evolução em três etapas, em que o processo primeiro se afirma, depois é negado e por fim novamente se afirma, tese, antítese e síntese.Brandão, Agrarismo e industrialismo, pp. 120 e 121
  • Interpretação · Octávio BrandãoAplicando a dialética marxista à revolta de 1924, a afirmação é Artur Bernardes, o grande agrário, a grande propriedade rural; a negação é Isidoro Dias Lopes, o pequeno-burguês atrás do qual manobra o grande burguês industrial; e a negação da negação é a revolução proletária, que negará os dois e fundirá os contrários.Brandão, Agrarismo e industrialismo, pp. 138 e 139
  • Interpretação · Friedrich EngelsAs leis da dialética são extraídas da história da natureza e da sociedade humana e se reduzem principalmente a três, a lei da transformação da quantidade em qualidade e vice-versa, a lei da interpenetração dos contrários e a lei da negação da negação; Hegel as estabeleceu como simples leis do pensamento, impostas à natureza e à história, e o erro está aí.Engels, Dialética da natureza, Natureza geral da dialética como ciência, §§ 2 e 3
  • Interpretação · Friedrich EngelsEm Hegel, a dialética é o autodesenvolvimento do conceito; Marx e Engels voltaram a apreender materialistamente os conceitos como imagens das coisas reais e reduziram a dialética à ciência das leis universais do movimento do mundo exterior e do pensar humano, e com isso a dialética de Hegel, que estava de cabeça para baixo, foi posta de novo de pé; essa dialética materialista foi descoberta também, independentemente deles e de Hegel, pelo operário alemão Josef Dietzgen.Engels, Ludwig Feuerbach e o fim da filosofia clássica alemã, parte IV, § 4
  • FatoLudwig Feuerbach e o fim da filosofia clássica alemã foi escrito no começo de 1886.Engels, Ludwig Feuerbach e o fim da filosofia clássica alemã, ficha da edição
  • Interpretação · Friedrich EngelsO grande pensamento fundamental é o de que o mundo não deve ser apreendido como um complexo de coisas prontas, mas como um complexo de processos, em que as coisas e os seus conceitos passam por uma mudança ininterrupta de devir e perecer; desse ponto de vista acaba a exigência de soluções definitivas e de verdades eternas, e se reconhece a limitação de todo conhecimento adquirido.Engels, Ludwig Feuerbach e o fim da filosofia clássica alemã, parte IV, § 5
  • Interpretação · Friedrich EngelsA grande questão fundamental de toda a filosofia, especialmente da moderna, é a da relação de pensar e ser; os que afirmavam a originariedade do espírito face à natureza formavam o campo do idealismo, e os que viam a natureza como o originário pertencem às diversas escolas do materialismo.Engels, Ludwig Feuerbach e o fim da filosofia clássica alemã, parte II, §§ 1 e 3
  • Interpretação · Vladímir Ilitch LêninA essência da dialética está na divisão de um todo e no conhecimento das suas partes contraditórias, uma das suas características principais, se não a principal.Lênin, Sobre a questão da dialética, § 1
  • Interpretação · Vladímir Ilitch LêninEsse aspecto da dialética, a identidade dos contrários, costuma ser tratado como uma soma de exemplos, como nas obras de Plekhanov e, para fins de divulgação, em Engels, e não como uma lei do conhecimento e do mundo objetivo.Lênin, Sobre a questão da dialética, § 2
  • Interpretação · György LukácsO método dialético se limita aos domínios da história e da sociedade; os mal-entendidos que nascem da exposição de Engels se devem a que ele, seguindo o erro de Hegel, estendeu o método também à natureza, quando as determinações cruciais da dialética, como a interação de sujeito e objeto e a unidade de teoria e prática, estão ausentes do conhecimento da natureza.Lukács, História e consciência de classe, ensaio What is Orthodox Marxism?, nota 6
  • Interpretação · Mao Tsé-tungA causa fundamental do desenvolvimento dos fenômenos não é externa, mas interna, e reside no seu caráter contraditório; a ligação e a ação recíproca entre os fenômenos são causas secundárias, e a dialética materialista combate a teoria da causa externa, própria do materialismo mecanicista.Mao, Sobre a contradição, seção I, § 6
  • Interpretação · Mao Tsé-tungA lei da contradição inerente aos fenômenos, ou lei da unidade dos contrários, é a lei fundamental da dialética materialista.Mao, Sobre a contradição, Apresentação, § 2
  • Interpretação · João Quartim de MoraesO entusiasmo pela descoberta da dialética marxista levou Brandão a aplicá-la ingenuamente à periodização da história do proletariado brasileiro, amoldando a luta operária à tríade dialética hegeliana; insistir na artificialidade dessa dialética seria arrombar uma porta aberta, mas essas fantasias intelectuais são muito menos importantes do que as qualidades do livro.Moraes, Um livro fundador, pp. 14 e 15
  • Interpretação · Josef StálinO materialismo filosófico marxista considera que o mundo é por natureza material, que a matéria existe fora da consciência e independentemente dela, sendo o primário e a consciência o secundário, e que o mundo e as suas leis são perfeitamente cognoscíveis.Stálin, Sobre o materialismo dialético e o materialismo histórico, seção 2 (o materialismo filosófico), §§ 1, 7 e 19
  • Interpretação · Josef StálinO método dialético marxista se caracteriza por quatro princípios opostos à metafísica, que veem a natureza como um todo articulado, em que os fenômenos se condicionam uns aos outros, em movimento e transformação constantes, com um desenvolvimento em que mudanças quantitativas acumuladas se convertem por saltos em mudanças qualitativas, e com contradições internas, cuja luta forma o conteúdo do desenvolvimento.Stálin, Sobre o materialismo dialético e o materialismo histórico, seção 1 (o método dialético), §§ 1, 3, 8 e 18
  • FatoMarx escreveu as Teses sobre Feuerbach na primavera de 1845, e Engels as publicou em 1888, como apêndice do seu Ludwig Feuerbach.Marx, Teses sobre Feuerbach, ficha da edição
  • Interpretação · Karl MarxA principal insuficiência de todo o materialismo até então, inclusive o de Feuerbach, é que a realidade, o mundo sensível, é tomada apenas sob a forma do objeto ou da contemplação, e não como atividade sensível humana, como práxis.Marx, Teses sobre Feuerbach, tese I
  • Interpretação · Karl MarxA questão de saber se ao pensamento humano pertence a verdade objetiva não é uma questão da teoria, mas uma questão prática; é na práxis que o ser humano tem de comprovar a verdade do seu pensamento.Marx, Teses sobre Feuerbach, tese II
  • Interpretação · Karl MarxOs filósofos têm apenas interpretado o mundo de maneiras diferentes; a questão, porém, é transformá-lo.Marx, Teses sobre Feuerbach, tese XI

Fontes desta página

  1. ENGELS, Friedrich. Ludwig Feuerbach e o fim da filosofia clássica alemã. Trad. José Barata-Moura. Lisboa; Moscovo: Editorial Avante!; Edições Progresso (Obras escolhidas em três tomos, t. III, pp. 378-421), 1982. Abrir ↗
  2. MARX, Karl. Teses sobre Feuerbach. Trad. Álvaro Pina. Lisboa; Moscovo: Editorial Avante!; Edições Progresso (Obras escolhidas em três tomos), 1982. Abrir ↗
  3. ENGELS, Friedrich. Anti-Dühring. 1878. Abrir ↗
  4. ENGELS, Friedrich. Dialética da natureza. 1882. Abrir ↗
  5. LÊNIN, Vladímir Ilitch. Sobre a questão da dialética. 1915. Abrir ↗
  6. MAO, Tsé-tung. Sobre a contradição. 1937. Abrir ↗
  7. STÁLIN, Josef. Sobre o materialismo dialético e o materialismo histórico. 1938. Abrir ↗
  8. LUKÁCS, György. História e consciência de classe. Trad. Rodney Livingstone. Londres: Merlin Press (History and Class Consciousness), 1967. Abrir ↗
  9. BRANDÃO, Octávio. Agrarismo e industrialismo: ensaio marxista-leninista sobre a revolta de São Paulo e a guerra de classes no Brasil, 1924. São Paulo: Anita Garibaldi, 2006. Abrir ↗
  10. MORAES, João Quartim de. Um livro fundador (introdução a Agrarismo e industrialismo, de Octávio Brandão). São Paulo: Anita Garibaldi (introdução de Agrarismo e industrialismo, de Octávio Brandão, 2. ed.), 2006. Abrir ↗
  11. BRANDÃO, Octávio. Uma etapa da história de lutas. São Paulo: Anita Garibaldi (anexo de Agrarismo e industrialismo, 2. ed., a partir da p. 189), 2006. Abrir ↗
  12. Octávio Brandão. Agrarismo e industrialismo (PDF da 2. ed., Anita Garibaldi, 2006). marxists.org. Abrir ↗
  13. Friedrich Engels. Anti-Dühring, parte I, cap. XII. Quantidade e qualidade, no MIA. marxists.org. Abrir ↗
  14. Friedrich Engels. Anti-Dühring, introdução, cap. I. Generalidades, no MIA. marxists.org. Abrir ↗
  15. Friedrich Engels. Anti-Dühring, parte I, cap. XIII. Negação da negação, no MIA. marxists.org. Abrir ↗
  16. Friedrich Engels. A dialética da natureza, Natureza geral da dialética como ciência, no MIA. marxists.org. Abrir ↗
  17. Friedrich Engels. Ludwig Feuerbach e o fim da filosofia clássica alemã (com a ficha da edição da Avante!), no MIA. marxists.org. Abrir ↗
  18. Vladímir Ilitch Lênin. Sobre a questão da dialética (1915; tradução de Humberto Rodrigues), no MIA. marxists.org. Abrir ↗
  19. György Lukács. What is Orthodox Marxism? (History and Class Consciousness, tradução de Rodney Livingstone), no MIA. marxists.org. Abrir ↗
  20. Mao Tsé-tung. Sobre a contradição (1937; Obras escolhidas, Pequim, 1975), no MIA. marxists.org. Abrir ↗
  21. Josef Stálin. Sobre o materialismo dialético e o materialismo histórico (1938; Edições Horizonte, 1945), no MIA. marxists.org. Abrir ↗
  22. Karl Marx. Teses sobre Feuerbach (com a ficha da edição da Avante!), no MIA. marxists.org. Abrir ↗