Do momento / Bolsonarismo
Bolsonarismo
Jair Bolsonaro cumpre em prisão domiciliar humanitária a pena de 27 anos e três meses a que o STF o condenou por golpe de Estado e outros crimes, e a lei que reduz penas do 8 de janeiro teve a aplicação suspensa no STF. Flávio Bolsonaro perdeu o segundo turno de 2026 e disse que pediria a anulação da eleição. Para Armando Boito Jr., o bolsonarismo é um movimento neofascista de classe média.
● Último fato
25/10/2026
Flávio Bolsonaro, candidato do PL, perdeu o segundo turno para Lula, com 59.826.041 votos, 48,21% dos válidos, e disse depois que pediria a anulação da eleição. (Tribunal Superior Eleitoral, Relatório Resultado da Totalização da eleição presidencial de 2026, 1º e 2º turnos, 6258_BR_BRASIL_2026_T2_PRESIDENTE.pdf, p. 4 do PDF)
A pauta sai de "Do momento" quando passa 90 dias sem fato novo.
Onde a pauta estáatualizado em 31/10/2026
Jair Bolsonaro cumpre em prisão domiciliar humanitária a pena de 27 anos e três meses da Ação Penal 2668, e a Lei da Dosimetria, que pode reduzir penas dos condenados pelo 8 de janeiro, teve a aplicação suspensa pelo relator em 9 de maio, até o julgamento de duas ações no STF. Flávio Bolsonaro, do PL, perdeu o segundo turno de 2026 com 48,21% dos votos válidos e disse que pediria a anulação da eleição. (Supremo Tribunal Federal, STF mantém ex-presidente Bolsonaro em prisão domiciliar, notícia de 03/07/2026, §§ 2 a 4)
O que é e de onde vem
Armando Boito Jr., professor da Unicamp, caracteriza o bolsonarismo, o movimento de apoio a Jair Bolsonaro, como neofascista. Em 11 de setembro de 2025, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu a Ação Penal 2668 e condenou Bolsonaro, considerado o líder da organização criminosa, a 27 anos e três meses de prisão em regime inicial fechado. (Boito Jr., Por que caracterizar o bolsonarismo como neofascismo, p. 112; Supremo Tribunal Federal, STF fixa penas de 16 a 27 anos para condenados por tentativa de golpe de Estado, notícia de 11/09/2025)
Ele e outros réus foram condenados por tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado, com inelegibilidade por oito anos depois da pena. Em 25 de novembro de 2025, veio o trânsito em julgado, isto é, o fim da possibilidade de recursos, e a pena começou a ser cumprida. Antes, em 2023, o Tribunal Superior Eleitoral já tinha declarado Bolsonaro inelegível por oito anos. (Supremo Tribunal Federal, STF fixa penas de 16 a 27 anos para condenados por tentativa de golpe de Estado, notícia de 11/09/2025; Supremo Tribunal Federal, AP 2668, notícia de 25/11/2025; Arquivo Nacional, Jair Messias Bolsonaro, parágrafo sobre o fim do mandato)
Onde a pauta está
Pela notícia do STF de 3 de julho de 2026, Bolsonaro cumpre a pena em prisão domiciliar humanitária, concedida depois de uma broncopneumonia em março e mantida pelo relator. Em 30 de abril, o Congresso derrubou o veto ao PL da Dosimetria, e a Lei nº 15.402, promulgada em 8 de maio, manda aplicar uma só pena aos crimes contra as instituições democráticas cometidos no mesmo contexto e reduz a pena de quem agiu em multidão sem financiar nem liderar. Em 9 de maio, o ministro Alexandre de Moraes suspendeu a aplicação da lei até o plenário julgar duas ações que contestam a sua validade. (Supremo Tribunal Federal, STF mantém ex-presidente Bolsonaro em prisão domiciliar, notícia de 03/07/2026, §§ 2 e 4; Agência Senado, Congresso derruba veto e possibilita redução de penas pelo 8 de janeiro, reportagem de 30/04/2026, § 3; Congresso Nacional, Lei nº 15.402, de 8 de maio de 2026, art. 2º; Supremo Tribunal Federal, Relator suspende aplicação da Lei da Dosimetria a execuções penais no STF, notícia de 09/05/2026, §§ 2 e 5)
Na eleição de 2026, Flávio Bolsonaro, candidato do PL sem coligação, teve 47,03% dos votos válidos no primeiro turno e 48,21% no segundo, quando perdeu para Lula. Depois do resultado, ele disse que era impossível reconhecer a eleição e que pediria a anulação dela, por causa da prorrogação do horário de votação. Em 26 de outubro, segundo a Agência Brasil, o ministro Alexandre de Moraes proibiu Flávio de deixar o país e mandou que entregasse os passaportes, numa decisão sob sigilo que o próprio senador tornou pública e contestou. (Tribunal Superior Eleitoral, Candidatos das eleições de 2026, linhas de presidente do 2º turno; Tribunal Superior Eleitoral, Relatório Resultado da Totalização da eleição presidencial de 2026, 1º e 2º turnos, 6257_BR_BRASIL_2026_T1_PRESIDENTE.pdf e 6258_BR_BRASIL_2026_T2_PRESIDENTE.pdf, p. 4 do PDF; Agência Brasil, Flávio não reconhece vitória de Lula e tentará anulação do pleito, reportagem de 25/10/2026; Agência Brasil, Moraes manda Flávio entregar passaporte e o proíbe de deixar o país, reportagem de 26/10/2026)
Quem quer o quê
O contraponto declarado aqui é a posição dos defensores da lei no Congresso. Flávio Bolsonaro e o relator no Senado, Esperidião Amin, do PP de Santa Catarina, chamaram a Lei da Dosimetria de primeiro passo e disseram que vão seguir lutando pela anistia geral. Segundo a Agência Senado, como Bolsonaro foi apontado como líder da trama, ele pode não ganhar a redução prevista para quem agiu em multidão. (Agência Senado, Congresso derruba veto e possibilita redução de penas pelo 8 de janeiro, reportagem de 30/04/2026, § 12; Agência Senado, Promulgada lei que possibilita redução de penas pelo 8 de janeiro, reportagem de 08/05/2026, §§ 11 e 12)
No STF, a Advocacia-Geral da União disse que a lei é incompatível com a Constituição e representa um retrocesso institucional. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, disse que ela não é inconstitucional só por permitir reduzir penas e se manifestou contra a suspensão. (Agência Brasil, AGU diz ao STF que Lei da Dosimetria é inconstitucional, reportagem de 19/05/2026; Agência Brasil, PGR se manifesta contra suspensão da Lei da Dosimetria, reportagem de 18/06/2026)
A leitura marxista
Boito distinguiu, em 2020, o movimento, o governo e o regime político. Para ele, o Brasil tinha um governo predominantemente neofascista, baseado num movimento neofascista, mas o regime seguia sendo uma democracia burguesa, embora deteriorada. Boito diz que esse movimento tem base principalmente na classe média, com pequenos proprietários, se organiza de modo frouxo pelas redes sociais e saiu, depois de uma depuração, das marchas de 2015 pela deposição de Dilma Rousseff. (Boito Jr., Por que caracterizar o bolsonarismo como neofascismo, pp. 112, 115 e 116)
Sávio Cavalcante liga a adesão da classe média ao bolsonarismo aos protestos de 2013, à Operação Lava Jato e a um campo liberal-conservador que ampliou a base do movimento. Felipe Brito, professor da Universidade Federal Fluminense, viu em 2026 o alcance desse movimento no voto em Flávio e nas bancadas do PL, partido que, para ele, abriga a maior parte do bolsonarismo. (Cavalcante, Classe média e ameaça neofascista no Brasil de Bolsonaro, p. 130; Felipe Brito, A “avalanche” bolsonarista na eleição de 2026 e a força do Lulismo, § 2 do artigo)
Divergências
Valerio Arcary, segundo a resenha de Pedro Felipe Narciso, chama de semi-insurreição os atentados de 8 de janeiro e defende a punição de todos os envolvidos, sem anistia, o oposto do que pedem os defensores da Lei da Dosimetria. Entre as instituições, a divergência sobre a lei está no STF, onde a Advocacia-Geral da União e a Procuradoria-Geral da República deram pareceres opostos sobre a suspensão. (Narciso, A armadilha do bolsonarismo e os limites do lulismo, p. 2; Agência Brasil, AGU diz ao STF que Lei da Dosimetria é inconstitucional, reportagem de 19/05/2026; Agência Brasil, PGR se manifesta contra suspensão da Lei da Dosimetria, reportagem de 18/06/2026)
Os conceitos que explicam a pauta
BolsonarismoDemocracia liberalClasses sociaisGolpesLiberalismo econômicoIdeologia
Para ler
BOITO JR., Armando. Por que caracterizar o bolsonarismo como neofascismo. Crítica Marxista, n. 50, pp. 111-119, 2020. Onde ler: pp. 112, 115 e 116.
“No Brasil temos, hoje, um governo predominantemente neofascista, baseado num movimento neofascista, mas até aqui o que ainda temos, no que diz respeito ao regime político, é uma democracia burguesa, embora deteriorada.”
p. 112Ler grátis: Por que caracterizar o bolsonarismo como neofascismo ↗
NARCISO, Pedro Felipe. A armadilha do bolsonarismo e os limites do lulismo (resenha do livro de Valerio Arcary). Crítica Marxista, v. 33, e026007, pp. 1-4, 2026. Onde ler: p. 2.
CAVALCANTE, Sávio. Classe média e ameaça neofascista no Brasil de Bolsonaro. 2020. Onde ler: p. 130.
Ler grátis: Classe média e ameaça neofascista no Brasil de Bolsonaro ↗
De onde vem cada afirmação desta página (21)
- FatoA Advocacia-Geral da União disse ao STF que a Lei da Dosimetria é incompatível com a Constituição e representa um retrocesso institucional.Agência Brasil, AGU diz ao STF que Lei da Dosimetria é inconstitucional, reportagem de 19/05/2026
- FatoEm 2023, Bolsonaro foi declarado inelegível por oito anos pelo Tribunal Superior Eleitoral.Arquivo Nacional, Jair Messias Bolsonaro, parágrafo sobre o fim do mandato
- Interpretação · Valerio Arcary, segundo Pedro Felipe NarcisoOs atentados de 8 de janeiro foram uma semi-insurreição, e a tarefa era a punição de todos os envolvidos, sem anistia.Narciso, A armadilha do bolsonarismo e os limites do lulismo, p. 2
- Interpretação · Armando Boito Jr.O movimento neofascista brasileiro tem base principalmente na classe média, com participação de pequenos proprietários, organiza-se de modo frouxo pelas redes sociais e saiu, depois de uma depuração, do movimento de massa reacionário de 2015 pela deposição de Dilma Rousseff.Boito Jr., Por que caracterizar o bolsonarismo como neofascismo, pp. 115 e 116
- Interpretação · Armando Boito Jr.Em 2020, o Brasil tinha um governo predominantemente neofascista, baseado num movimento neofascista, mas o regime político seguia sendo uma democracia burguesa, embora deteriorada.Boito Jr., Por que caracterizar o bolsonarismo como neofascismo, p. 112
- Interpretação · Felipe Brito, professor de Serviço Social da UFFO alcance e a capilaridade do bolsonarismo apareceram no voto em Flávio Bolsonaro e nas bancadas do PL, partido que abriga a maior parte do bolsonarismo.Felipe Brito, A “avalanche” bolsonarista na eleição de 2026 e a força do Lulismo, § 2 do artigo
- Interpretação · Sávio CavalcanteA adesão da classe média ao bolsonarismo se liga aos protestos de 2013, ao papel da Operação Lava Jato e a um campo liberal-conservador que ampliou a base social do bolsonarismo.Cavalcante, Classe média e ameaça neofascista no Brasil de Bolsonaro, p. 130
- FatoDepois de um quadro de broncopneumonia, em março de 2026, o relator concedeu a Bolsonaro prisão domiciliar humanitária e, segundo notícia do STF de 3 de julho de 2026, decidiu mantê-la, por não ver falta grave na apreensão de uma arma dele e pela melhora do quadro clínico, revogando o porte e o registro de colecionador, atirador e caçador.Supremo Tribunal Federal, STF mantém ex-presidente Bolsonaro em prisão domiciliar, notícia de 03/07/2026, §§ 2, 4, 8, 9 e 11
- FatoDepois do resultado, Flávio Bolsonaro disse que era impossível reconhecer a eleição e que pediria a anulação dela, por causa da prorrogação do horário de votação decidida pelo ministro Cristiano Zanin.Agência Brasil, Flávio não reconhece vitória de Lula e tentará anulação do pleito, reportagem de 25/10/2026
- FatoNo cadastro de candidaturas do TSE, Flávio Bolsonaro concorreu a presidente pelo PL, número 22, sem coligação.Tribunal Superior Eleitoral, Candidatos das eleições de 2026, consulta_cand_2026_BRASIL.csv, linhas de presidente do 2º turno
- FatoNo primeiro turno de 2026, Flávio Nantes Bolsonaro teve 56.104.503 votos (47,03% dos válidos).Tribunal Superior Eleitoral, Relatório Resultado da Totalização da eleição presidencial de 2026, 1º e 2º turnos, 6257_BR_BRASIL_2026_T1_PRESIDENTE.pdf, p. 4 do PDF
- FatoNo segundo turno, em 25 de outubro de 2026, Flávio Bolsonaro teve 59.826.041 votos (48,21% dos válidos) e Lula foi eleito com 64.256.232 (51,79%).Tribunal Superior Eleitoral, Relatório Resultado da Totalização da eleição presidencial de 2026, 1º e 2º turnos, 6258_BR_BRASIL_2026_T2_PRESIDENTE.pdf, p. 4 do PDF
- FatoA Lei nº 15.402, de 8 de maio de 2026, promulgada pelo presidente do Senado, manda aplicar uma só pena aos crimes contra as instituições democráticas cometidos no mesmo contexto, em vez de somá-las, e reduz a pena de um terço a dois terços quando o crime for praticado em contexto de multidão por quem não financiou nem liderou.Congresso Nacional, Lei nº 15.402, de 8 de maio de 2026, preâmbulo e art. 2º (arts. 359-M-A e 359-M-B do Código Penal)
- FatoSegundo a Agência Senado, como Bolsonaro foi apontado no julgamento do STF como líder da trama, ele pode não ser beneficiado pela redução prevista para o contexto de multidão, e a redução das penas depende de pedido de cada defesa ao STF.Agência Senado, Promulgada lei que possibilita redução de penas pelo 8 de janeiro, reportagem de 08/05/2026, §§ 11 e 12
- FatoEm 26 de outubro de 2026, a Agência Brasil informou que o ministro Alexandre de Moraes proibiu Flávio Bolsonaro de deixar o país e mandou que entregasse os passaportes, numa decisão sob sigilo tornada pública pelo próprio senador, que a contestou.Agência Brasil, Moraes manda Flávio entregar passaporte e o proíbe de deixar o país, reportagem de 26/10/2026
- FatoO procurador-geral da República, Paulo Gonet, disse ao STF que a lei não pode ser considerada inconstitucional só por permitir reduzir penas dos condenados pelo 8 de janeiro, e se manifestou contra a suspensão.Agência Brasil, PGR se manifesta contra suspensão da Lei da Dosimetria, reportagem de 18/06/2026
- FatoOs réus do núcleo 1, com exceção de Alexandre Ramagem, foram condenados por tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado, e a Turma decidiu a inelegibilidade de todos por oito anos depois do cumprimento da pena.Supremo Tribunal Federal, STF fixa penas de 16 a 27 anos para condenados por tentativa de golpe de Estado, notícia de 11/09/2025
- FatoEm 11 de setembro de 2025, a Primeira Turma do STF concluiu o julgamento da Ação Penal 2668 e, por maioria, condenou Jair Bolsonaro, considerado o líder da organização criminosa, a 27 anos e três meses de prisão em regime inicial fechado.Supremo Tribunal Federal, STF fixa penas de 16 a 27 anos para condenados por tentativa de golpe de Estado, notícia de 11/09/2025
- FatoEm 25 de novembro de 2025, o ministro Alexandre de Moraes declarou o trânsito em julgado das condenações do núcleo 1, isto é, o fim da possibilidade de recursos, e determinou o início do cumprimento das penas.Supremo Tribunal Federal, AP 2668, notícia de 25/11/2025
- FatoEm 9 de maio de 2026, o ministro Alexandre de Moraes suspendeu a aplicação da Lei da Dosimetria às execuções penais dos condenados pelo 8 de janeiro até o plenário do STF julgar as ADIs 7966 e 7967, ações que pedem a declaração de inconstitucionalidade da lei, ajuizadas pela Associação Brasileira de Imprensa e pela federação PSOL-Rede.Supremo Tribunal Federal, Relator suspende aplicação da Lei da Dosimetria a execuções penais no STF, notícia de 09/05/2026, §§ 2, 3 e 5
- FatoEm 30 de abril de 2026, o Congresso derrubou o veto ao PL da Dosimetria; o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o relator no Senado, Esperidião Amin (PP-SC), defenderam o texto como primeiro passo e disseram que vão seguir lutando pela anistia geral.Agência Senado, Congresso derruba veto e possibilita redução de penas pelo 8 de janeiro, reportagem de 30/04/2026, §§ 3 e 12
Fontes desta página
- BOITO JR., Armando. Por que caracterizar o bolsonarismo como neofascismo. Crítica Marxista, n. 50, pp. 111-119, 2020. Abrir ↗
- Supremo Tribunal Federal. STF fixa penas de 16 a 27 anos para condenados por tentativa de golpe de Estado (Notícias STF, 11/09/2025). noticias.stf.jus.br, 11/09/2025. Abrir ↗
- Supremo Tribunal Federal. AP 2668: STF determina cumprimento da pena de condenados do Núcleo 1 da tentativa de golpe de Estado (Notícias STF, 25/11/2025). noticias.stf.jus.br, 25/11/2025. Abrir ↗
- Arquivo Nacional. Jair Messias Bolsonaro (biografia, Centro de Referência de Acervos Privados Presidenciais). presidentes.an.gov.br. Abrir ↗
- Supremo Tribunal Federal. STF mantém ex-presidente Bolsonaro em prisão domiciliar (Notícias STF, 03/07/2026). noticias.stf.jus.br, 03/07/2026. Abrir ↗
- Agência Senado. Congresso derruba veto e possibilita redução de penas pelo 8 de janeiro (Senado Notícias, 30/04/2026). www12.senado.leg.br, 30/04/2026. Abrir ↗
- Congresso Nacional. Lei nº 15.402, de 8 de maio de 2026 (altera a Lei de Execução Penal e o Código Penal; promulgada pelo presidente do Senado após a rejeição do veto ao PL nº 2.162/2023). planalto.gov.br, 08/05/2026. Abrir ↗
- Supremo Tribunal Federal. Relator suspende aplicação da Lei da Dosimetria a execuções penais no STF (Notícias STF, 09/05/2026). noticias.stf.jus.br, 09/05/2026. Abrir ↗
- Tribunal Superior Eleitoral. Candidatos das eleições de 2026 (consulta_cand_2026.zip, arquivo consulta_cand_2026_BRASIL.csv, Portal de Dados Abertos do TSE). cdn.tse.jus.br. Abrir ↗
- Tribunal Superior Eleitoral. Relatório Resultado da Totalização da eleição presidencial de 2026, 1º e 2º turnos (Portal de Dados Abertos do TSE). cdn.tse.jus.br. Abrir ↗
- Agência Brasil. Flávio não reconhece vitória de Lula e tentará anulação do pleito (Agência Brasil, 25/10/2026). agenciabrasil.ebc.com.br, 25/10/2026. Abrir ↗
- Agência Brasil. Moraes manda Flávio entregar passaporte e o proíbe de deixar o país (Agência Brasil, 26/10/2026). agenciabrasil.ebc.com.br, 26/10/2026. Abrir ↗
- Agência Senado. Promulgada lei que possibilita redução de penas pelo 8 de janeiro (Senado Notícias, 08/05/2026). www12.senado.leg.br, 08/05/2026. Abrir ↗
- Agência Brasil. AGU diz ao STF que Lei da Dosimetria é inconstitucional (Agência Brasil, 19/05/2026). agenciabrasil.ebc.com.br, 19/05/2026. Abrir ↗
- Agência Brasil. PGR se manifesta contra suspensão da Lei da Dosimetria (Agência Brasil, 18/06/2026). agenciabrasil.ebc.com.br, 18/06/2026. Abrir ↗
- CAVALCANTE, Sávio. Classe média e ameaça neofascista no Brasil de Bolsonaro. 2020. Abrir ↗
- Felipe Brito. A “avalanche” bolsonarista na eleição de 2026 e a força do Lulismo (Blog da Boitempo, 30/10/2026). blogdaboitempo.com.br, 30/10/2026. Abrir ↗
- NARCISO, Pedro Felipe. A armadilha do bolsonarismo e os limites do lulismo (resenha do livro de Valerio Arcary). Crítica Marxista, v. 33, e026007, pp. 1-4, 2026. Abrir ↗
- Pedro Felipe Narciso. A armadilha do bolsonarismo e os limites do lulismo, resenha (Crítica Marxista, v. 33, 2026). econtents.sbu.unicamp.br. Abrir ↗
- Armando Boito Jr.. Por que caracterizar o bolsonarismo como neofascismo (Crítica Marxista, n. 50, 2020). econtents.sbu.unicamp.br. Abrir ↗
- Sávio Cavalcante. Classe média e ameaça neofascista no Brasil de Bolsonaro (Crítica Marxista, n. 50, 2020). econtents.sbu.unicamp.br. Abrir ↗