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Ditadura empresarial-militarViés: ditadura do milagre e do arrocho
Emílio Garrastazu Médici
Governou de 30/10/1969 a 15/03/1974
General e ex-chefe do SNI, governou de 1969 a 1974, nos anos do chamado milagre econômico e da repressão mais violenta da ditadura. O crescimento veio com arrocho salarial, capital estrangeiro e concentração da renda. Para Francisco de Oliveira, os 5% mais ricos ficaram com a maior parte do crescimento da década.
- Como chegou
- indicado pelo Alto Comando do Exército e eleito pelo Congresso, reaberto em 22 de outubro de 1969 só para a eleição
- Como saiu
- passou o cargo a Ernesto Geisel, eleito indiretamente, em 15 de março de 1974
- Nascimento
- Bagé (RS), 1905
- Morte
- Rio de Janeiro (RJ), 1985
- Antes da presidência
- militar; comandante da Academia Militar das Agulhas Negras em 1964, adido militar em Washington, chefe do SNI (1967) e comandante do III Exército (1969)
O governo em datas
Emílio Garrastazu Médici, 1969–1974
- 22/10/1969Congresso reaberto elege Médici e Rademaker.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República
- 30/10/1969Médici toma posse, e entra em vigor a Emenda Constitucional nº 1.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República
- 16/06/1970Decreto-Lei nº 1.106 cria o Programa de Integração Nacional.Presidência da República, Decreto-Lei nº 1.106, de 16 de junho de 1970
- 07/09/1970Lei Complementar nº 7 cria o PIS.Congresso Nacional, Lei Complementar nº 7, de 7 de setembro de 1970
O que o governo fez
Principais medidas
- 1970
Transamazônica
Programa de Integração Nacional, com as rodovias Transamazônica e Cuiabá-Santarém.
Presidência da República, Decreto-Lei nº 1.106, de 16 de junho de 1970 - 1970
PIS
Programa de Integração Social.
Congresso Nacional, Lei Complementar nº 7, de 7 de setembro de 1970 - 1970
Empréstimo do BID
O maior concedido até então a um país da América Latina.
Arquivo Nacional, Os presidentes e a República - 1972
Refinaria de Paulínia
A maior refinaria de petróleo do país.
Arquivo Nacional, Os presidentes e a República - 1973
Itaipu
Acordo com o Paraguai para construir a hidrelétrica.
Arquivo Nacional, Os presidentes e a República Sistema DOI-CODI
Comando da repressão passa à Oban, depois CODI, que coordena os DOI.
Arquivo Nacional, Os presidentes e a República
Para entender o governo
Do SNI à presidência
Emílio Garrastazu Médici nasceu em Bagé (RS), em 1905, e era militar. Comandava a Academia Militar das Agulhas Negras em 1964 e apoiou o golpe, foi adido militar em Washington, chefiou o Serviço Nacional de Informações (SNI) em 1967 e comandou o III Exército em 1969. Indicado pelo Alto Comando do Exército, foi eleito pelo Congresso e tomou posse em 30 de outubro de 1969, quando entrou em vigor a Emenda Constitucional nº 1, que incorporava as medidas de exceção do AI-5. (Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 46)
O milagre
O Arquivo Nacional descreve o chamado milagre brasileiro como uma grande expansão da economia, com crescimento acelerado do produto interno bruto (PIB), a soma de tudo o que o país produz, inflação estável e expansão da indústria, do emprego e do mercado interno. Ruy Mauro Marini situa essa expansão entre 1968 e 1973. (Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 46; Marini, Brasil, p. 2)
Em junho de 1970, o Decreto-Lei nº 1.106 criou o Programa de Integração Nacional, cuja primeira etapa era a construção das rodovias Transamazônica e Cuiabá-Santarém, e em setembro a Lei Complementar nº 7 criou o Programa de Integração Social (PIS). Em outubro de 1970, o governo obteve do Banco Interamericano de Desenvolvimento o maior empréstimo concedido até então a um país da América Latina. Em 1973, o Brasil assinou com o Paraguai o acordo para construir a usina de Itaipu. (Presidência da República, Decreto-Lei nº 1.106, de 16 de junho de 1970, arts. 1º e 2º; Congresso Nacional, Lei Complementar nº 7, de 7 de setembro de 1970; Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 46)
Quem ganhou com o milagre
Francisco de Oliveira mostrou, com dados dos censos de 1960 e 1970 reunidos por João Carlos Duarte, que a política econômica depois de 1964 levou a renda a uma concentração ainda maior. A parte da renda nas mãos do 1% mais rico subiu de 11,72% para 17,77%, e a dos 5% mais ricos, de 27,35% para 36,25%, enquanto a dos 40% mais pobres caiu de 11,20% para 9,05%. Na década, a renda real da metade mais pobre cresceu 1%, e a dos 5% mais ricos, 72%. (Oliveira, A economia brasileira, pp. 61-63)
Para Oliveira, a compressão salarial transferiu para a acumulação de capital os ganhos da mais-valia, o valor que o trabalhador produz além do que recebe, sem repassá-los ao consumo dos assalariados. Nelson Werneck Sodré registra que, pelos dados do censo de 1970, o salário mínimo real daquele ano estava cerca de 30% abaixo do de 1961. Para ele, antes de 1964 o trabalhador podia lutar pelo salário, e com o novo regime o Estado se tornou juiz único, de sentenças irrecorríveis, do preço do trabalho. (Oliveira, A economia brasileira, p. 64; Sodré, Brasil, pp. 106 e 136)
Ruy Mauro Marini mostra que o investimento estrangeiro de médio e longo prazo, que somara 1.028 milhões de dólares de 1966 a 1970, chegou a 2.319 milhões em 1971 e a 4.788 milhões em 1972, e que 82,3% do capital privado foi para a indústria. Para ele, sobre essa base o país passou a exportar capital e a praticar uma política de potência, de modo dependente e subordinado. Marini chama isso de subimperialismo, a forma que a economia dependente assume quando chega à etapa dos monopólios e do capital financeiro. (Marini, A acumulação capitalista mundial e o subimperialismo, pp. 59-62)
Os anos mais violentos
O Arquivo Nacional registra que o período foi marcado pelo endurecimento da repressão política e da censura e pelas denúncias de tortura de presos políticos. O governo combateu os focos de guerrilha rural do Vale do Ribeira, em São Paulo, e do Araguaia, no Pará, e passou o comando da repressão para a Operação Bandeirante (Oban), em São Paulo, que virou o Centro de Operações de Defesa Interna (CODI) e coordenava os Destacamentos de Operações de Informações (DOI). (Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 46)
A Comissão Nacional da Verdade identificou 98 mortes por execução ou tortura entre 1969 e 1974, 51% do total, e chama esses anos de período mais violento da ditadura. A comissão registra que a Oban, criada em 1969, recebeu dinheiro de banqueiros e de empresas como os grupos Ultra, Ford, General Motors e Camargo Corrêa, e que cada banqueiro doou 110 mil dólares num banquete organizado pelo ministro da Fazenda, Antônio Delfim Netto. Em 2013, Delfim disse a uma comissão da verdade de São Paulo que não sabia da tortura nem da colaboração dos empresários. (Comissão Nacional da Verdade, Relatório da Comissão Nacional da Verdade, v, p. 440; Comissão Nacional da Verdade, Relatório da Comissão Nacional da Verdade, v, pp. 329-330)
Como os marxistas leram o governo
Demian Bezerra de Melo lembra que Marini e Theotonio dos Santos já defendiam que não foi por acaso que o auge da repressão coincidiu com o milagre. Para Melo, foram anos em que o arrocho salarial se aprofundou e garantiu lucros extraordinários ao capital monopolista e certa euforia de consumo às classes médias. (Melo, Ditadura "civil-militar"? Controvérsias historiográficas sobre o processo político brasileiro no pós-1964 e os desafios do tempo presente, p. 49)
Para Nelson Werneck Sodré, a eliminação da democracia foi a cirurgia política com que os interesses externos implantaram no Brasil o chamado modelo brasileiro de desenvolvimento. Ele escreveu em 1972 que só um regime autoritário poderia impor, pela violência do Estado, um modelo que sacrificava os interesses da maioria do povo. (Sodré, Brasil, p. 173)
Nesta leitura
O que dizem os historiadores marxistas
Francisco de Oliveira
A política econômica pós-1964 concentrou ainda mais a renda; a compressão salarial levou os ganhos da mais-valia para a acumulação.
Oliveira, A economia brasileira, pp. 61-64Nelson Werneck Sodré
A eliminação da democracia foi o processo cirúrgico com que os interesses externos implantaram o modelo; o Estado virou juiz único do preço do trabalho.
Sodré, Brasil, pp. 136 e 173Ruy Mauro Marini
O fluxo de capital estrangeiro do início dos anos 1970 deu base ao subimperialismo brasileiro, com exportação de capital e política de potência.
Marini, A acumulação capitalista mundial e o subimperialismo, pp. 59-62Demian Bezerra de Melo
O auge da repressão coincidiu com o milagre, e o arrocho garantiu lucros extraordinários ao capital monopolista.
Melo, Ditadura "civil-militar"? Controvérsias historiográficas sobre o processo político brasileiro no pós-1964 e os desafios do tempo presente, p. 49
Leitura de classe do governo
- Regime
- ditadura
- Bloco no poder
- capital monopolista estrangeiro e associado, com os grandes grupos nacionais da construção, da indústria pesada e dos bancos, sob a cúpula militar (Marini, 1977, p. 61; Melo, p. 48)
- Relação com o imperialismo
- alinhamento
- Relação com os trabalhadores
- repressão, tutela
Lutas de classes no governo
- Guerrilha do Araguaia · 1972–1974 · Sul e sudeste do Pará, na divisa com o atual Tocantins e com o Maranhão, perto de Marabá, Xambioá e São Geraldo do Araguaia
Para estudar este governo
OLIVEIRA, Francisco de. A economia brasileira: crítica à razão dualista. 1972. Onde ler: pp. 59-64.
Ler grátis: A economia brasileira: crítica à razão dualista ↗
MARINI, Ruy Mauro. A acumulação capitalista mundial e o subimperialismo. Trad. Maíra Machado Bichir e Fábio Pádua dos Santos. Outubro, n. 20, 1º semestre de 2012, pp. 27-70, 2012. Onde ler: pp. 59-62.
Ler grátis: A acumulação capitalista mundial e o subimperialismo ↗
MARINI, Ruy Mauro. Brasil: da ditadura à democracia, 1964-1990. 1991. Onde ler: p. 2.
SODRÉ, Nelson Werneck. Brasil: radiografia de um modelo. Petrópolis: Vozes, 1974. Onde ler: pp. 106, 136 e 173.
MELO, Demian Bezerra de. Ditadura "civil-militar"? Controvérsias historiográficas sobre o processo político brasileiro no pós-1964 e os desafios do tempo presente. Marechal Cândido Rondon: Espaço Plural (Universidade Estadual do Oeste do Paraná), v. 13, n. 27, pp. 39-53, 2012. Onde ler: p. 49.
De onde vem cada afirmação desta página (30)
- FatoEm outubro de 1970, o Brasil obteve do BID o maior empréstimo até então concedido a um país da América Latina.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 46
- FatoComandante da Academia Militar das Agulhas Negras, Médici apoiou o golpe de 1964; foi adido militar em Washington, chefe do SNI em 1967 e comandante do III Exército em 1969.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 46
- FatoDe 1969 a 1974, as mortes por execução ou tortura somaram 98, 51% do total identificado pela CNV, no período mais violento da ditadura.Comissão Nacional da Verdade, Relatório da Comissão Nacional da Verdade, v, p. 440
- FatoEm depoimento à Comissão da Verdade da Câmara Municipal de São Paulo, em junho de 2013, Delfim Netto declarou que não tinha conhecimento das torturas nem da colaboração de empresários com a Oban.Comissão Nacional da Verdade, Relatório da Comissão Nacional da Verdade, v, p. 330
- FatoO governo transferiu o comando das operações repressivas para a Oban, em São Paulo, que passou a se chamar CODI e coordenava os DOI.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 46
- FatoEm 22 de outubro de 1969, o Congresso foi reaberto para eleger Médici e Rademaker.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 45
- FatoCom a posse de Médici, entrou em vigor a emenda constitucional nº 1, que incorporou as medidas de exceção do AI-5.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 46
- FatoNo governo Médici foram combatidos dois focos de guerrilha rural, no Ribeira (SP) e no Araguaia (PA).Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 46
- FatoCom o afastamento de Costa e Silva, o nome de Médici foi indicado pelo Alto Comando do Exército, e por eleição indireta ele passou a exercer a presidência em 30 de outubro de 1969.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 46
- FatoO investimento estrangeiro de médio e longo prazo somou 1.028 milhões de dólares em 1966-1970, 2.319 milhões em 1971 e 4.788 milhões em 1972; 82,3% do capital privado dirigiu-se à indústria manufatureira.Marini, A acumulação capitalista mundial e o subimperialismo, p. 61
- FatoA expansão econômica de 1968 a 1973 ficou conhecida como milagre brasileiro.Marini, Brasil, p. 2
- Interpretação · Ruy Mauro MariniDependente e subordinado, o Brasil entrou na etapa de exportação de capital e praticou uma política de potência; o subimperialismo é a forma que assume a economia dependente ao chegar à etapa dos monopólios e do capital financeiro.Marini, A acumulação capitalista mundial e o subimperialismo, pp. 59 e 62
- Interpretação · Demian Bezerra de MeloNão é acaso que o auge da repressão tenha sido no período do milagre, como defenderam Marini e Theotonio dos Santos; o arrocho garantiu lucros extraordinários ao capital monopolista e euforia de consumo às classes médias.Melo, Ditadura "civil-militar"? Controvérsias historiográficas sobre o processo político brasileiro no pós-1964 e os desafios do tempo presente, p. 49
- FatoO milagre brasileiro consistiu numa grande expansão da economia, com crescimento do PIB, estabilização da inflação e expansão da indústria, do emprego e do mercado interno.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 46
- FatoMédici morreu no Rio de Janeiro, em 9 de outubro de 1985.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 46
- FatoMédici, militar, nasceu em Bagé (RS), em 4 de dezembro de 1905.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 46
- FatoA Oban foi criada em São Paulo, a partir de uma diretriz de 2 de julho de 1969, unificando o Exército, a Polícia Federal e as polícias estaduais.Comissão Nacional da Verdade, Relatório da Comissão Nacional da Verdade, v, p. 329
- FatoBanqueiros doaram 110 mil dólares cada para a Oban num banquete organizado pelo ministro Delfim Netto, e grupos como Ultra, Ford, General Motors e Camargo Corrêa financiaram a sua formação.Comissão Nacional da Verdade, Relatório da Comissão Nacional da Verdade, v, p. 330
- FatoEm 1972 foi inaugurada a refinaria de Paulínia, a maior do país; em 1973, o Brasil assinou acordos com a Bolívia, para um gasoduto, e com o Paraguai, para a usina de Itaipu.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 46
- Interpretação · Francisco de OliveiraA política econômica pós-64 avançou para uma concentração da renda ainda mais extremada.Oliveira, A economia brasileira, p. 62
- FatoPelos dados de João Carlos Duarte sobre os censos, o 1% mais rico passou de 11,72% da renda em 1960 para 17,77% em 1970, os 5% mais ricos de 27,35% para 36,25% e os 40% mais pobres de 11,20% para 9,05%.Oliveira, A economia brasileira, pp. 61-63
- FatoNo decênio, a renda média real dos 50% mais pobres cresceu 1%, e a dos 5% mais ricos, 72%; o crescimento da renda foi apropriado sobretudo pelos 5% mais ricos.Oliveira, A economia brasileira, p. 63
- Interpretação · Francisco de OliveiraA compressão salarial transferiu os ganhos da elevação da mais-valia absoluta e relativa para o polo da acumulação e não para o do consumo.Oliveira, A economia brasileira, p. 64
- FatoO Decreto-Lei nº 1.106, de 16 de junho de 1970, criou o Programa de Integração Nacional, cuja primeira etapa era a construção das rodovias Transamazônica e Cuiabá-Santarém.Presidência da República, Decreto-Lei nº 1.106, de 16 de junho de 1970, arts. 1º e 2º
- FatoA Lei Complementar nº 7, de 7 de setembro de 1970, instituiu o Programa de Integração Social.Congresso Nacional, Lei Complementar nº 7, de 7 de setembro de 1970, art. 1º
- FatoO período foi marcado pelo recrudescimento da repressão política, da censura e pelas denúncias de tortura aos presos políticos.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 46
- FatoO livro de Sodré foi escrito em setembro de 1972, e a edição original, argentina, saiu em outubro de 1973.Sodré, Brasil, prefácio
- Interpretação · Nelson Werneck SodréA eliminação da democracia foi o processo político cirúrgico com que os interesses externos implantaram o modelo brasileiro de desenvolvimento, e só um regime autoritário poderia impô-lo pela violência do Estado.Sodré, Brasil, p. 173
- Interpretação · Nelson Werneck SodréAntes de 1964, o trabalhador tinha relativa liberdade de lutar pelo salário; com o novo regime, o Estado arvorou-se em juiz único, de sentenças irrecorríveis, do preço do trabalho.Sodré, Brasil, p. 136
- FatoPelos dados do censo de 1970, o salário mínimo real daquele ano estava rebaixado em cerca de 30% em relação ao de 1961.Sodré, Brasil, p. 106
Fontes desta página
- Arquivo Nacional. Os presidentes e a República: Deodoro da Fonseca a Dilma Rousseff, 3. ed. rev. e ampl. (2012). gov.br. Abrir ↗
- MARINI, Ruy Mauro. Brasil: da ditadura à democracia, 1964-1990. 1991. Abrir ↗
- Presidência da República. Decreto-Lei nº 1.106, de 16 de junho de 1970 (Programa de Integração Nacional). planalto.gov.br, 16/06/1970. Abrir ↗
- Congresso Nacional. Lei Complementar nº 7, de 7 de setembro de 1970 (Programa de Integração Social). planalto.gov.br, 07/09/1970. Abrir ↗
- OLIVEIRA, Francisco de. A economia brasileira: crítica à razão dualista. 1972. Abrir ↗
- SODRÉ, Nelson Werneck. Brasil: radiografia de um modelo. Petrópolis: Vozes, 1974. Abrir ↗
- MARINI, Ruy Mauro. A acumulação capitalista mundial e o subimperialismo. Trad. Maíra Machado Bichir e Fábio Pádua dos Santos. Outubro, n. 20, 1º semestre de 2012, pp. 27-70, 2012. Abrir ↗
- Comissão Nacional da Verdade. Relatório da Comissão Nacional da Verdade, v. I (dezembro de 2014). gov.br. Abrir ↗
- Comissão Nacional da Verdade. Relatório da Comissão Nacional da Verdade, v. II, textos temáticos (dezembro de 2014). gov.br. Abrir ↗
- MELO, Demian Bezerra de. Ditadura "civil-militar"? Controvérsias historiográficas sobre o processo político brasileiro no pós-1964 e os desafios do tempo presente. Marechal Cândido Rondon: Espaço Plural (Universidade Estadual do Oeste do Paraná), v. 13, n. 27, pp. 39-53, 2012. Abrir ↗