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Ditadura empresarial-militarsem partido (militares)Viés: junta militar de exceção
Junta militar de 1969
Governou de 31/08/1969 a 30/10/1969
Os ministros da Marinha, do Exército e da Aeronáutica governaram de agosto a outubro de 1969, depois que uma doença afastou Costa e Silva e o AI-12 impediu a posse do vice civil. A junta criou o banimento e a pena de morte para crimes políticos e incorporou o AI-5 à Constituição. Para Sodré, o modelo da ditadura se completou em 1969.
- Partido
- sem partido (militares)
- Como chegou
- o AI-12 deu aos três ministros militares as funções de presidente durante o impedimento de Costa e Silva e impediu a posse do vice Pedro Aleixo
- Como saiu
- entregou o governo a Emílio Garrastazu Médici, eleito pelo Congresso reaberto, em 30 de outubro de 1969
- Antes da presidência
- ministros militares de Costa e Silva; Rademaker integrara o Comando Supremo da Revolução em 1964
- Membros
- Augusto Hamann Rademaker Grünewald (almirante, ministro da Marinha); Aurélio de Lira Tavares (general, ministro do Exército); Márcio de Sousa e Melo (brigadeiro, ministro da Aeronáutica)
O governo em datas
Junta militar de 1969, 1969
- 30/08/1969Costa e Silva é afastado por uma trombose cerebral.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República
- 01/09/1969Publicado o AI-12, que entrega o governo aos ministros militares.Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar, Ato Institucional nº 12, de 1º de setembro de 1969
- 04/09/1969ALN e MR-8 sequestram o embaixador Charles Elbrick.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República
- 05/09/1969AI-13 cria o banimento; AI-14 admite a pena de morte.Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar, Ato Institucional nº 14, de 5 de setembro de 1969
- 29/09/1969Decreto-Lei nº 898, nova Lei de Segurança Nacional.Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar, Decreto-Lei nº 898, de 29 de setembro de 1969
- 14/10/1969AI-16 declara vagos os cargos de presidente e vice.Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar, Ato Institucional nº 16, de 14 de outubro de 1969
- 17/10/1969Emenda Constitucional nº 1 dá novo texto à Constituição de 1967.Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar, Emenda Constitucional nº 1, de 17 de outubro de 1969
- 22/10/1969Congresso reaberto elege Médici e Rademaker.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República
O que o governo fez
Principais medidas
- 1969
Banimento
AI-13 permite expulsar do país o brasileiro considerado perigoso à segurança nacional.
Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar, Ato Institucional nº 13, de 5 de setembro de 1969 - 1969
Pena de morte
AI-14 admite pena de morte e prisão perpétua na guerra revolucionária ou subversiva.
Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar, Ato Institucional nº 14, de 5 de setembro de 1969 - 1969
Lei de Segurança Nacional
Decreto-Lei nº 898 redefine os crimes contra a segurança nacional.
Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar, Decreto-Lei nº 898, de 29 de setembro de 1969 - 1969
AI-17
Transferência para a reserva de militares que ameaçassem a coesão das Forças Armadas.
Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar, Ato Institucional nº 17, de 14 de outubro de 1969 - 1969
Emenda Constitucional nº 1
Novo texto da Constituição, com o AI-5 incorporado.
Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar, Emenda Constitucional nº 1, de 17 de outubro de 1969
Para entender o governo
Três ministros no lugar do vice
Em 30 de agosto de 1969, uma trombose cerebral afastou o presidente Costa e Silva. Segundo o Arquivo Nacional, o Alto Comando das Forças Armadas temia a reabertura do Congresso e a suspensão dos atos institucionais, e por isso o Ato Institucional nº 12 impediu a posse do vice-presidente Pedro Aleixo, o sucessor previsto. (Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 45)
O AI-12 entregou as funções de presidente aos três ministros militares, o almirante Augusto Rademaker, da Marinha, o general Aurélio de Lira Tavares, do Exército, e o brigadeiro Márcio de Sousa e Melo, da Aeronáutica. O Arquivo Nacional data o ato de 31 de agosto, e o texto do Planalto traz a data de 1º de setembro de 1969. O Congresso ficou fechado até 22 de outubro, quando foi reaberto só para eleger o sucessor. (Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 45; Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar, Ato Institucional nº 12, de 1º de setembro de 1969, art. 1º)
Os três vinham do núcleo militar do regime. Rademaker integrou em 1964 o Comando Supremo da Revolução e foi ministro da Marinha de Costa e Silva, Lira Tavares comandou o IV Exército e a Escola Superior de Guerra antes de chefiar o Ministério do Exército, e Sousa e Melo foi ministro da Aeronáutica em 1964 e de novo a partir de 1967. (Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 45)
O sequestro do embaixador
Em 4 de setembro de 1969, militantes da Ação Libertadora Nacional (ALN) e do Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8) sequestraram no Rio de Janeiro o embaixador dos Estados Unidos, Charles Elbrick. O governo aceitou as condições dos sequestradores, e 15 presos políticos foram libertados e levados para o México. (Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 45)
Banimento, pena de morte e segurança nacional
Em 5 de setembro, a junta baixou o AI-13, que permitiu banir do território nacional o brasileiro considerado perigoso à segurança nacional, e o AI-14, que admitiu a pena de morte e a prisão perpétua nos casos de guerra revolucionária ou subversiva. Em 29 de setembro, o Decreto-Lei nº 898 deu nova redação à Lei de Segurança Nacional e previu a pena de morte, em grau máximo, para vários crimes políticos. (Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar, Ato Institucional nº 13, de 5 de setembro de 1969, art. 1º; Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar, Ato Institucional nº 14, de 5 de setembro de 1969, art. 1º; Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar, Decreto-Lei nº 898, de 29 de setembro de 1969)
Em 14 de outubro, o AI-16 declarou extintos os mandatos de Costa e Silva e de Pedro Aleixo e marcou a eleição do novo presidente pelo Congresso. O AI-17 autorizou mandar para a reserva os militares que atentassem contra a coesão das Forças Armadas, medida que, segundo o Arquivo Nacional, foi lida como um golpe contra os oficiais que resistiam à escolha do general Emílio Garrastazu Médici. (Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar, Ato Institucional nº 16, de 14 de outubro de 1969; Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar, Ato Institucional nº 17, de 14 de outubro de 1969; Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 45)
Uma Constituição com o AI-5 dentro
Em 17 de outubro de 1969, a junta editou a Emenda Constitucional nº 1, que deu novo texto à Constituição de 1967. Segundo o Arquivo Nacional, a emenda incorporou à Carta o AI-5 e os atos seguintes e organizou todo o aparato repressivo e punitivo do Estado. Em 22 de outubro, o Congresso elegeu Médici presidente e Rademaker vice, e a junta deixou o governo em 30 de outubro. (Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar, Emenda Constitucional nº 1, de 17 de outubro de 1969; Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, pp. 45-46)
Como os marxistas leram o período
A Comissão Nacional da Verdade considera os anos de 1969 a 1974 o período mais violento da ditadura, com 98 mortes por execução ou tortura, 51% do total que identificou, numa repressão que buscou exterminar as organizações de esquerda. Ruy Mauro Marini afirma que a ditadura se consolidou com a derrota da esquerda armada, em 1972, e com a expansão econômica de 1968 a 1973, chamada de milagre brasileiro. (Comissão Nacional da Verdade, Relatório da Comissão Nacional da Verdade, v, p. 440; Marini, Brasil, p. 2)
Para Nelson Werneck Sodré, o chamado modelo brasileiro de desenvolvimento só se apresentou por inteiro a partir de 1969, depois que o AI-5 suprimiu as liberdades e as garantias individuais. Ele rejeitou a ilusão de que se tratava de uma ditadura passageira, como as dos golpes anteriores. Para Sodré, o regime era a forma específica de controle do Estado nos países dependentes, criada para sujeitar a economia aos interesses do capitalismo monopolista, apoiado pelo Estado, das potências imperialistas. (Sodré, Brasil, p. 174)
Florestan Fernandes chamou esse processo de contrarrevolução prolongada. Para ele, quando surgiu a chance de enterrar a herança senhorial do país, isto é, a herança colonial e escravista que fazia da democracia um privilégio de poucos, os dirigentes civis e militares das classes dominantes reagiram e refizeram pela força o mundo que desejavam. (Fernandes, O que é revolução?, p. 77)
O que dizem os historiadores marxistas
Nelson Werneck Sodré
O modelo da ditadura só se completou em 1969, depois do AI-5; o regime não era transitório e era a forma de controle do Estado nos países dependentes.
Sodré, Brasil, p. 174Ruy Mauro Marini
A ditadura se consolidou com a derrota da esquerda armada, em 1972, e com a expansão econômica de 1968 a 1973.
Marini, Brasil, p. 2Florestan Fernandes
Os dirigentes civis e militares das classes dominantes recorreram a uma contrarrevolução prolongada.
Fernandes, O que é revolução?, p. 77
Leitura de classe do governo
- Regime
- ditadura
- Bloco no poder
- Alto Comando das Forças Armadas, a serviço do mesmo bloco do grande capital associado que sustentava o regime (Arquivo Nacional, p. 45; Sodré, p. 174)
- Relação com o imperialismo
- alinhamento
- Relação com os trabalhadores
- repressão
Para estudar este governo
SODRÉ, Nelson Werneck. Brasil: radiografia de um modelo. Petrópolis: Vozes, 1974. Onde ler: pp. 173-174.
MARINI, Ruy Mauro. Brasil: da ditadura à democracia, 1964-1990. 1991. Onde ler: p. 2.
FERNANDES, Florestan. O que é revolução? 1981. Onde ler: p. 77.
De onde vem cada afirmação desta página (25)
- FatoEm 30 de agosto de 1969, Costa e Silva foi afastado da presidência por uma trombose cerebral.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 45
- FatoO AI-12 atribuiu as funções de presidente aos ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar enquanto durasse o impedimento de Costa e Silva.Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar, Ato Institucional nº 12, de 1º de setembro de 1969, art. 1º
- FatoO Arquivo Nacional data o AI-12 de 31 de agosto de 1969; o texto do Planalto traz 1º de setembro de 1969, data da publicação no Diário Oficial, e o AI-13 o cita como de 31 de agosto.Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar, Ato Institucional nº 12, de 1º de setembro de 1969, cabeçalho e fecho
- FatoO AI-13, de 5 de setembro de 1969, permitiu banir do território nacional o brasileiro que se tornasse inconveniente, nocivo ou perigoso à segurança nacional.Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar, Ato Institucional nº 13, de 5 de setembro de 1969, art. 1º
- FatoO AI-14, de 5 de setembro de 1969, admitiu a pena de morte, a prisão perpétua, o banimento e o confisco nos casos de guerra externa, psicológica adversa ou revolucionária ou subversiva.Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar, Ato Institucional nº 14, de 5 de setembro de 1969, art. 1º
- FatoO AI-16, de 14 de outubro de 1969, declarou a vacância dos cargos de presidente e vice e fixou a data da eleição e da posse dos sucessores.Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar, Ato Institucional nº 16, de 14 de outubro de 1969, ementa
- FatoO AI-17, de 14 de outubro de 1969, autorizou transferir para a reserva os militares que atentassem contra a coesão das Forças Armadas.Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar, Ato Institucional nº 17, de 14 de outubro de 1969, ementa
- FatoO AI-17 foi interpretado como um golpe contra os que resistiam à indicação do general Emílio Garrastazu Médici.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 45
- FatoDe 1969 a 1974, as mortes por execução ou tortura chegaram a 98, 51% do total; foi o período mais violento da ditadura, que buscou exterminar as organizações da esquerda.Comissão Nacional da Verdade, Relatório da Comissão Nacional da Verdade, v, p. 440
- FatoO Congresso manteve-se fechado e só foi reaberto em 22 de outubro de 1969 para eleger o novo presidente e o vice.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 45
- FatoO Decreto-Lei nº 898, de 29 de setembro de 1969, definiu os crimes contra a segurança nacional e previu a pena de morte, em grau máximo, para vários deles.Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar, Decreto-Lei nº 898, de 29 de setembro de 1969, arts. 8º a 10
- FatoEm 4 de setembro de 1969, militantes da ALN e do MR-8 sequestraram no Rio de Janeiro o embaixador norte-americano Charles Elbrick; o governo aceitou as condições, e 15 presos políticos foram libertados e levados para o México.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 45
- FatoA Emenda Constitucional nº 1, de 17 de outubro de 1969, editou o novo texto da Constituição de 24 de janeiro de 1967.Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar, Emenda Constitucional nº 1, de 17 de outubro de 1969, ementa
- FatoA emenda constitucional nº 1 incorporou à Carta de 1967 o AI-5 e os atos que lhe sucederam, organizando o aparato repressivo e punitivo do Estado.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 45
- Interpretação · Florestan FernandesQuando veio a chance de enterrar a herança senhorial, os estratos civis e militares dirigentes das classes dominantes recorreram a uma contrarrevolução prolongada, reconstruindo pela força bruta o mundo dos seus sonhos.Fernandes, O que é revolução?, p. 77
- Interpretação · Florestan FernandesA herança senhorial preservou um padrão neocolonial de sociedade civil, em que a democracia era necessidade e regalia de poucos.Fernandes, O que é revolução?, p. 77
- FatoLira Tavares, nascido na Paraíba, atual João Pessoa, em 1905, comandou o IV Exército e a Escola Superior de Guerra e foi ministro do Exército (1967-1969); morreu em 1998.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 45
- Interpretação · Ruy Mauro MariniA ditadura implantada em 1964 consolidou-se com a derrota da esquerda armada em 1972 e com a expansão econômica de 1968 a 1973, conhecida como milagre brasileiro.Marini, Brasil, p. 2
- FatoA junta militar foi composta pelos ministros Augusto Hamann Rademaker Grünewald, da Marinha, Aurélio de Lira Tavares, do Exército, e Márcio de Sousa e Melo, da Aeronáutica.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 45
- FatoComo o Alto Comando das Forças Armadas temia a reabertura do Congresso e a suspensão dos atos institucionais, foi editado o AI-12, que impediu a posse do vice-presidente Pedro Aleixo.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 45
- FatoRademaker, nascido no Rio de Janeiro em 1905, integrou o Comando Supremo da Revolução em 1964, foi ministro da Marinha (1967-1969) e vice-presidente de Médici; morreu no Rio em 1985.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 45
- FatoEm 22 de outubro de 1969, o Congresso elegeu Médici presidente e Rademaker vice, e Médici passou a exercer o cargo em 30 de outubro.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, pp. 45-46
- Interpretação · Nelson Werneck SodréO modelo brasileiro de desenvolvimento só se apresentou em sua plenitude a partir de 1969, após o AI-5, que suprimiu toda liberdade e todo direito ou garantia individual.Sodré, Brasil, p. 174
- Interpretação · Nelson Werneck SodréA ditadura não era uma situação transitória, como as dos golpes anteriores, e sim a forma específica de controle do Estado nos países dependentes para sujeitar a economia aos interesses do capitalismo monopolista de Estado dos países imperialistas.Sodré, Brasil, p. 174
- FatoSousa e Melo, nascido em Florianópolis em 1906, foi ministro da Aeronáutica em 1964 e nos governos Costa e Silva e Médici; morreu no Rio em 1991.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 45
Fontes desta página
- Arquivo Nacional. Os presidentes e a República: Deodoro da Fonseca a Dilma Rousseff, 3. ed. rev. e ampl. (2012). gov.br. Abrir ↗
- Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar. Ato Institucional nº 12, de 1º de setembro de 1969 (data do Planalto; o AI-13 o cita como de 31 de agosto). planalto.gov.br, 01/09/1969. Abrir ↗
- Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar. Ato Institucional nº 13, de 5 de setembro de 1969 (pena de banimento). planalto.gov.br, 05/09/1969. Abrir ↗
- Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar. Ato Institucional nº 14, de 5 de setembro de 1969 (pena de morte e prisão perpétua). planalto.gov.br, 05/09/1969. Abrir ↗
- Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar. Decreto-Lei nº 898, de 29 de setembro de 1969 (Lei de Segurança Nacional). planalto.gov.br, 29/09/1969. Abrir ↗
- Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar. Ato Institucional nº 16, de 14 de outubro de 1969. planalto.gov.br, 14/10/1969. Abrir ↗
- Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar. Ato Institucional nº 17, de 14 de outubro de 1969. planalto.gov.br, 14/10/1969. Abrir ↗
- Ministros da Marinha de Guerra, do Exército e da Aeronáutica Militar. Emenda Constitucional nº 1, de 17 de outubro de 1969 (novo texto da Constituição de 1967). planalto.gov.br, 17/10/1969. Abrir ↗
- Comissão Nacional da Verdade. Relatório da Comissão Nacional da Verdade, v. I (dezembro de 2014). gov.br. Abrir ↗
- MARINI, Ruy Mauro. Brasil: da ditadura à democracia, 1964-1990. 1991. Abrir ↗
- SODRÉ, Nelson Werneck. Brasil: radiografia de um modelo. Petrópolis: Vozes, 1974. Abrir ↗
- FERNANDES, Florestan. O que é revolução? 1981. Abrir ↗