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Ditadura empresarial-militarAliança Renovadora Nacional (Arena)Viés: ditadura militar do AI-5
Artur da Costa e Silva
Governou de 15/03/1967 a 31/08/1969
Marechal e ministro da Guerra do primeiro governo da ditadura, foi eleito pelo Congresso em 1966 e governou de 1967 a 1969. Depois dos protestos de 1968 e da recusa da Câmara em cassar um deputado, baixou o AI-5, que fechou o Congresso, cassou mandatos e suspendeu o habeas corpus. Para Nelson Werneck Sodré, o AI-5 completou o modelo político da ditadura.
- Partido
- Aliança Renovadora Nacional (Arena)
- Como chegou
- eleito pelo Congresso Nacional em 3 de outubro de 1966, pela Arena, com a abstenção do MDB
- Como saiu
- afastado por uma trombose cerebral em agosto de 1969; o AI-12 impediu a posse do vice Pedro Aleixo e entregou o governo aos ministros militares
- Nascimento
- Taquari (RS), 1899
- Morte
- Rio de Janeiro (RJ), 1969
- Antes da presidência
- militar; tenentista em 1922, comandante do IV Exército (1961-1962), membro do Comando Supremo da Revolução em 1964 e ministro da Guerra de Castelo Branco (1964-1966)
O governo em datas
Artur da Costa e Silva, 1967–1969
- 03/10/1966Congresso elege Costa e Silva e Pedro Aleixo; o MDB se abstém.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República
- 15/03/1967Costa e Silva toma posse.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República
- 15/12/1967Lei nº 5.379 cria a base legal do Mobral.Congresso Nacional, Lei nº 5.379, de 15 de dezembro de 1967
- 13/12/1968AI-5 autoriza o fechamento do Congresso e suspende o habeas corpus nos crimes políticos.Presidência da República, Ato Institucional nº 5, de 13 de dezembro de 1968
- 26/02/1969Decreto-Lei nº 477 pune professores, alunos e funcionários de escolas.Presidência da República, Decreto-Lei nº 477, de 26 de fevereiro de 1969
- 30/08/1969Costa e Silva é afastado por uma trombose cerebral.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República
O que o governo fez
Principais medidas
- 1967
Mobral
Alfabetização funcional e educação continuada de adolescentes e adultos.
Congresso Nacional, Lei nº 5.379, de 15 de dezembro de 1967 - 1967
Funai
O Serviço de Proteção ao Índio vira Fundação Nacional do Índio.
Arquivo Nacional, Os presidentes e a República Embraer e CPRM
Criação da empresa de aeronáutica e da companhia de pesquisa mineral.
Arquivo Nacional, Os presidentes e a República- 1968
AI-5
Fechamento do Congresso, cassações, suspensão de direitos políticos e do habeas corpus nos crimes políticos.
Presidência da República, Ato Institucional nº 5, de 13 de dezembro de 1968 - 1969
Decreto-Lei nº 477
Punição disciplinar de professores, alunos e funcionários por atividade política.
Presidência da República, Decreto-Lei nº 477, de 26 de fevereiro de 1969
Para entender o governo
Do Ministério da Guerra à presidência
Artur da Costa e Silva nasceu em Taquari (RS), em 1899, e era militar. Participou do levante tenentista de 1922, comandou o IV Exército, em Recife, e foi um dos principais articuladores do golpe de 1964, quando integrou o Comando Supremo da Revolução. Foi ministro da Guerra de Castelo Branco de 1964 a 1966 e deixou o cargo para disputar a eleição indireta pela Arena. (Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 43)
Em 3 de outubro de 1966, o Congresso elegeu Costa e Silva presidente e Pedro Aleixo vice, com a abstenção de toda a bancada do MDB. Ele tomou posse em 15 de março de 1967, já sob a Constituição promulgada em janeiro daquele ano. (Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 43; Congresso Nacional, Constituição do Brasil, de 24 de janeiro de 1967)
1968, o ano dos protestos
Segundo o Arquivo Nacional, os dois primeiros anos do governo foram de intensa atividade política, porque crescia a oposição ao regime. Políticos de tendências diferentes formaram a Frente Ampla, liderada por Carlos Lacerda e apoiada por Juscelino Kubitschek e João Goulart, que pedia anistia, eleições diretas e uma nova constituinte, e o governo a proibiu em abril de 1968. (Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 43)
Os estudantes protestavam contra a falta de verbas para a educação e contra o projeto de privatização do ensino público. A morte do estudante secundarista Edson Luís, num conflito com a Polícia Militar no Rio de Janeiro, levou a uma greve estudantil nacional e a manifestações que culminaram na Passeata dos Cem Mil. Em outubro, a polícia descobriu o congresso clandestino da União Nacional dos Estudantes (UNE) em Ibiúna (SP) e prendeu os seus líderes. (Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 43)
No movimento operário, houve greves em Contagem (MG) e em Osasco (SP), e o governo interveio no sindicato dos metalúrgicos de Osasco. O VI Congresso do Partido Comunista Brasileiro (PCB), em 1967, tinha condenado a luta armada contra o governo, e a decisão deu origem a várias dissidências na esquerda. Em 1968 ocorreram em São Paulo as primeiras ações de guerrilha urbana. (Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 43)
O AI-5
Em setembro de 1968, o deputado Márcio Moreira Alves, do MDB, responsabilizou os militares pelas violências contra os estudantes, e o governo pediu a cassação do seu mandato, que a Câmara negou em dezembro. Em 13 de dezembro de 1968, o governo baixou o Ato Institucional nº 5, que autorizou o presidente a fechar o Congresso, as assembleias e as câmaras municipais, a suspender direitos políticos por dez anos e a cassar mandatos. O AI-5 suspendeu o habeas corpus nos crimes políticos, a garantia de quem é preso ilegalmente de recorrer à Justiça, e excluiu da apreciação judicial os atos praticados com base nele. (Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 43; Presidência da República, Ato Institucional nº 5, de 13 de dezembro de 1968, arts. 2º, 4º, 10 e 11)
A Comissão Nacional da Verdade registra que o AI-5 fechou o Congresso por mais de dez meses, instituiu a censura prévia à imprensa e dinamizou a ação dos órgãos de repressão. De 1964 a 1968, a comissão identificou 45 mortes por execução ou tortura, e o número chegou a 98 entre 1969 e 1974. Em fevereiro de 1969, o Decreto-Lei nº 477 passou a punir professores, alunos e funcionários de escolas acusados de atividade política. (Comissão Nacional da Verdade, Relatório da Comissão Nacional da Verdade, v, p. 329; Comissão Nacional da Verdade, Relatório da Comissão Nacional da Verdade, v, pp. 439-440; Presidência da República, Decreto-Lei nº 477, de 26 de fevereiro de 1969, art. 1º)
A economia volta a crescer
Na economia, o Arquivo Nacional descreve um período de crescimento, com expansão industrial, crédito fácil, política salarial de contenção e inflação em torno de 23% ao ano. O governo criou em 1967 o Movimento Brasileiro de Alfabetização (Mobral) e transformou o Serviço de Proteção ao Índio na Fundação Nacional do Índio (Funai), e foram criadas a Embraer e a Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM). Em agosto de 1969, uma trombose cerebral afastou Costa e Silva, que morreu no Rio de Janeiro em dezembro daquele ano. (Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, pp. 43-44; Congresso Nacional, Lei nº 5.379, de 15 de dezembro de 1967)
Como os marxistas leram o governo
Para Francisco de Oliveira, a expansão só voltou quando a política recessiva de Roberto Campos deu lugar a uma política seletiva, com mais crédito, mais gasto público e estímulo à demanda, mas com um controle salarial mais estrito. Nelson Werneck Sodré afirma que a base política do regime se ampliou um pouco no segundo governo, porque ele atendeu a reivindicações de empresários castigados pela recessão. (Oliveira, A economia brasileira, p. 60; Sodré, Brasil, p. 100)
Para Sodré, a segunda etapa do modelo econômico começou em 1968 e correspondeu ao acabamento do modelo político, com a supressão de todas as normas democráticas. Ele escreve que o chamado modelo brasileiro só apareceu por inteiro em 1969, depois que o AI-5 suprimiu as liberdades e as garantias individuais. (Sodré, Brasil, pp. 102 e 174)
Luiz Carlos Prestes, secretário-geral do PCB, chamou o regime em 1968 de ditadura militar reacionária e entreguista, de regime político semifascista, e chamou de fascistizante a Constituição de 1967. Num texto de 1969, ele chamou o AI-5 de golpe militar de 13 de dezembro de 1968 e escreveu que, depois dele, a frente contra a ditadura se ampliou. Carlos Marighella já tinha escrito em 1966 que a luta política mudara de qualidade e que a vitória não viria pela via eleitoral nem pela pressão das massas sobre o governo. (Prestes, Texto para discussão apresentado ao Comitê Central do PCB, pp. 2-3 e 7; Marighella, A crise brasileira, p. 55)
Nesta leitura
O que dizem os historiadores marxistas
Nelson Werneck Sodré
A segunda etapa do modelo, iniciada em 1968, correspondeu ao acabamento do modelo político, com a supressão de todas as normas democráticas; o modelo só se completou depois do AI-5.
Sodré, Brasil, pp. 100, 102 e 174Francisco de Oliveira
A expansão voltou com uma política seletiva de crédito e gasto público, que abandonou a recessão de Roberto Campos e manteve o controle salarial.
Oliveira, A economia brasileira, p. 60Luiz Carlos Prestes
O regime era uma ditadura militar reacionária e entreguista, semifascista, e o AI-5 foi um novo golpe militar.
Prestes, Texto para discussão apresentado ao Comitê Central do PCB, pp. 2-3 e 7Carlos Marighella
A luta política mudou de qualidade, e a vitória não viria pela via eleitoral nem pela pressão de massas sobre o governo.
Marighella, A crise brasileira, p. 55
Leitura de classe do governo
- Regime
- ditadura
- Bloco no poder
- cúpula militar e grande capital, com concessões à burguesia interna atingida pela recessão de 1964 a 1967 (Sodré, p. 100; Oliveira, p. 60)
- Relação com o imperialismo
- alinhamento
- Relação com os trabalhadores
- repressão, tutela
Lutas de classes no governo
- Greves de Contagem e Osasco · 1968 · Cidade Industrial de Contagem (MG), na Grande Belo Horizonte, e Osasco (SP), na Grande São Paulo
Para estudar este governo
SODRÉ, Nelson Werneck. Brasil: radiografia de um modelo. Petrópolis: Vozes, 1974. Onde ler: pp. 100-102 e 174.
MARIGHELLA, Carlos. A crise brasileira (ensaios políticos). 1966. Onde ler: p. 55.
OLIVEIRA, Francisco de. A economia brasileira: crítica à razão dualista. 1972. Onde ler: p. 60.
Ler grátis: A economia brasileira: crítica à razão dualista ↗
PRESTES, Luiz Carlos. Texto para discussão apresentado ao Comitê Central do PCB (documento sem título, abril de 1969). 1969. Onde ler: pp. 2-3 e 7.
De onde vem cada afirmação desta página (32)
- FatoEm agosto de 1969, Costa e Silva se afastou do cargo por uma trombose cerebral e foi substituído por uma junta militar; morreu no Rio de Janeiro, em 17 de dezembro de 1969.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, pp. 43-45
- FatoO AI-5 fechou o Congresso por mais de dez meses, instituiu a censura prévia à imprensa e criou o Sistema de Segurança Interna.Comissão Nacional da Verdade, Relatório da Comissão Nacional da Verdade, v, p. 329
- FatoO AI-5 suspendeu o habeas corpus nos crimes políticos e excluiu de apreciação judicial os atos praticados com base nele.Presidência da República, Ato Institucional nº 5, de 13 de dezembro de 1968, arts. 10 e 11
- FatoO AI-5 autorizou o presidente a decretar o recesso do Congresso, das assembleias e das câmaras municipais e a suspender direitos políticos por dez anos e cassar mandatos.Presidência da República, Ato Institucional nº 5, de 13 de dezembro de 1968, arts. 2º e 4º
- FatoA promulgação do AI-5 dinamizou a ação dos órgãos repressores, e a execução passou a ser meio recorrente de eliminação de adversários.Comissão Nacional da Verdade, Relatório da Comissão Nacional da Verdade, v, pp. 439-440
- FatoO Decreto-Lei nº 477, de 26 de fevereiro de 1969, definiu infrações disciplinares de professores, alunos e funcionários de estabelecimentos de ensino.Presidência da República, Decreto-Lei nº 477, de 26 de fevereiro de 1969, ementa
- FatoO período foi de crescimento, com expansão industrial, facilidade de crédito, política salarial contencionista e inflação em torno de 23% ao ano.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 43
- FatoA morte do estudante secundarista Edson Luís, em conflito com a Polícia Militar no Rio de Janeiro, levou a uma greve estudantil nacional e a manifestações que culminaram na Passeata dos Cem Mil.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 43
- FatoEm 3 de outubro de 1966, o Congresso elegeu Costa e Silva e Pedro Aleixo, com a abstenção de toda a bancada do MDB.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 43
- FatoAs manifestações estudantis denunciavam a falta de verbas para a educação e se opunham ao projeto de privatização do ensino público.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 43
- FatoA Frente Ampla, liderada por Carlos Lacerda com o apoio de Juscelino e Goulart, propunha redemocratização, anistia, eleições diretas e nova constituinte, e foi proibida pelo governo em abril de 1968.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 43
- FatoCosta e Silva foi um dos principais articuladores do golpe de 1964 e integrou o Comando Supremo da Revolução, com o brigadeiro Correia de Melo e o almirante Augusto Rademaker.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 43
- FatoHouve duas greves importantes, em Contagem (MG) e em Osasco (SP), com intervenção do governo no sindicato dos metalúrgicos de Osasco.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 43
- FatoOcorreram em São Paulo as primeiras ações da guerrilha urbana.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 43
- FatoEm outubro de 1968, o congresso clandestino da UNE em Ibiúna (SP) foi descoberto, e os líderes estudantis foram presos.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 43
- FatoA Lei nº 5.379, de 15 de dezembro de 1967, tornou prioritárias a alfabetização funcional e a educação continuada de adolescentes e adultos.Congresso Nacional, Lei nº 5.379, de 15 de dezembro de 1967, art. 1º
- Interpretação · Carlos MarighellaA luta política no Brasil sofreu uma mudança de qualidade, e não havia mais possibilidade real de vitória pela via eleitoral ou pela pressão de massas sobre o governo.Marighella, A crise brasileira, p. 55
- FatoCosta e Silva foi ministro da Guerra do governo Castelo Branco (1964-1966) e deixou o cargo para se candidatar às eleições indiretas pela Arena.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 43
- FatoEm 1967, o governo criou o Mobral e transformou o SPI em Funai; foram criadas ainda a Embraer e a CPRM.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, pp. 43-44
- FatoO discurso do deputado Márcio Moreira Alves, em setembro de 1968, levou o governo a pedir a cassação do seu mandato, negada pela Câmara em dezembro de 1968.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 43
- FatoDe 1964 a 1968, a CNV identificou 45 mortes por execução ou tortura, 23% do total; de 1969 a 1974, foram 98.Comissão Nacional da Verdade, Relatório da Comissão Nacional da Verdade, v, pp. 439-440
- FatoCosta e Silva, militar, nasceu em Taquari (RS), em 3 de outubro de 1899.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 43
- Interpretação · Francisco de OliveiraA expansão só foi retomada quando se praticou uma política seletiva, com aumento do crédito, dos gastos governamentais e da demanda, abandonando a ideologia de Roberto Campos, com controle salarial mais estrito.Oliveira, A economia brasileira, p. 60
- FatoOs dois primeiros anos do governo foram de intensa atividade política, porque crescia o movimento de oposição ao regime.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 43
- FatoO PCB, no seu VI Congresso, condenou a luta armada como forma de combate ao governo, o que deu origem a várias dissidências na esquerda.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 43
- FatoCosta e Silva tomou posse em 15 de março de 1967.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 43
- Interpretação · Luiz Carlos PrestesA frente única contra a ditadura ampliou-se ainda mais depois do golpe militar de 13 de dezembro de 1968.Prestes, Texto para discussão apresentado ao Comitê Central do PCB, p. 7
- Interpretação · Luiz Carlos PrestesO regime imposto pelos golpistas de 1964, consagrado pela Constituição fascistizante de 1967, era uma ditadura militar reacionária e entreguista e um regime político semifascista.Prestes, Texto para discussão apresentado ao Comitê Central do PCB, pp. 2-3, citando artigos de Prestes de 1968
- Interpretação · Nelson Werneck SodréA segunda etapa, iniciada em 1968, correspondeu ao acabamento do modelo político, com a supressão de todas as normas democráticas.Sodré, Brasil, p. 102
- Interpretação · Nelson Werneck SodréO modelo brasileiro só se apresentou em sua plenitude a partir de 1969, depois do AI-5, que suprimiu toda liberdade e toda garantia individual.Sodré, Brasil, p. 174
- Interpretação · Nelson Werneck SodréA base política do regime ampliou-se um pouco sob o segundo governo, pelo atendimento de reivindicações burguesas castigadas na fase anterior.Sodré, Brasil, p. 100
- FatoCosta e Silva integrou o movimento tenentista em 1922, foi preso e anistiado.Arquivo Nacional, Os presidentes e a República, p. 43
Fontes desta página
- Arquivo Nacional. Os presidentes e a República: Deodoro da Fonseca a Dilma Rousseff, 3. ed. rev. e ampl. (2012). gov.br. Abrir ↗
- Congresso Nacional. Constituição do Brasil, de 24 de janeiro de 1967. planalto.gov.br, 24/01/1967. Abrir ↗
- Presidência da República. Ato Institucional nº 5, de 13 de dezembro de 1968. planalto.gov.br, 13/12/1968. Abrir ↗
- Comissão Nacional da Verdade. Relatório da Comissão Nacional da Verdade, v. II, textos temáticos (dezembro de 2014). gov.br. Abrir ↗
- Comissão Nacional da Verdade. Relatório da Comissão Nacional da Verdade, v. I (dezembro de 2014). gov.br. Abrir ↗
- Presidência da República. Decreto-Lei nº 477, de 26 de fevereiro de 1969 (infrações disciplinares no ensino). planalto.gov.br, 26/02/1969. Abrir ↗
- Congresso Nacional. Lei nº 5.379, de 15 de dezembro de 1967 (alfabetização funcional; Mobral). planalto.gov.br, 15/12/1967. Abrir ↗
- OLIVEIRA, Francisco de. A economia brasileira: crítica à razão dualista. 1972. Abrir ↗
- SODRÉ, Nelson Werneck. Brasil: radiografia de um modelo. Petrópolis: Vozes, 1974. Abrir ↗
- PRESTES, Luiz Carlos. Texto para discussão apresentado ao Comitê Central do PCB (documento sem título, abril de 1969). 1969. Abrir ↗
- MARIGHELLA, Carlos. A crise brasileira (ensaios políticos). 1966. Abrir ↗